As minhas cachadas no Geocaching

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quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Sopram no iogurte os que se queimaram na sopa

Caros Bloguistas Militantes,
Quero desejar a todos um EXCELENTE ANO DE 2009 !
Este Post foi propositadamente colocado para entrar neste Ano de 2009.
Hoje o Planeta TERRA faz anos, pelo menos segundo o calendário Juliano.
Mas existem mais calendários, por exemplo o chinês, este povo festeja a passagem de ano em dia e mês diferente do nosso.
Bom, mas hoje é o dia de anos da TERRA, por isso a partir de hoje devemos dar mais atenção ao planeta de todos nós.
Este ano a nossa consciência ambiental tem de despertar. Por isso como dizia John Milton, no livro "Paraíso Perdido"- "Não acuses a natureza, pois ela fez a sua parte. Agora faz tua a tua." .
Andamos preocupados, andamos muito preocupados, à medida que os anos e os séculos avançam, o ecossistema está a dar de si.
Tudo tem um princípio e um fim, mas o que nós fizemos pelo meio acelera, e muito, o que nos está a acontecer.
Agora andamos preocupados, é bem verdade o que alguém (que não sei precisar) escreveu "sopram no iogurte os que se queimaram na sopa"- Pois assim estamos nós.
Ficarmos parados de braços cruzados, porque sempre foi assim e sempre há-de ser, não é uma atitude de um ser humano pensante...
Dizia um amigo meu: "Não evoluímos espiritualmente desde o tempo dos antigos Gregos", e um premiado de ficção científica escreveu "No fim , há um limite para os ensinamentos dos pais(...) . Para lá desse limite, o destino dos filhos está nas suas próprias mãos." David Brin, A guerra da Elevação, vol II, Europa América, pag.99
O nosso destino está nas nossas mãos e não na divina providência... antes estivesse...
Pois comportamo-nos como autenticas bestas com o ambiente, andamos a trair quem nos acolheu, a morder a mão a quem nos dá de comer... esse escritor, já citado, colocou no prélio o seguinte "Ora- respondeu o chim , encolhendo os ombros.-Que importância tem a traição e o ataque a um patrono? Tudo faz parte do meu dia de trabalho." David Brin, A guerra da Elevação, vol II, Europa América, pag192.
Pois é embrenhados nas nossas vidinhas, perdemos a capacidade de ver o global, e as nossas pequenas "traições" desrespeitam tudo e todos, e dizem respeito a tudo e a todos; mas como diz o chimpanzé no livro citado "tudo faz parte do meu dia de trabalho".
Quero dar realce, neste início de novo ano, a David Brin e á sua mensagem que me tocou bastante.
Quem disser que os livros não nos mudam as perspectivas, está enganado, redondamente enganado, e eu já no pós fácio do livro mudei as minhas prespectivas...
"Primeiro receámos as outras criaturas que partilhavam a terra connosco.Depois, quando o nosso poder aumentou, pensámos nelas como sendo nossa propriedade, uma propriedade de que poderíamos dispor como nos apetecesse. A falácia mais recente (bastante simpática, em comparação) é a de jogar na ideia que os animais são virtuosos na sua naturalidade e que só a humanidade é louca, viciosa, rapace e diabólica, um verdadeiro cancro maligno da criação. Este ponto de vista afirma que a Terra e todas as suas criaturas estariam muito melhor sem nós.
Só ultimamente começámos a seguir um quarto caminho, uma nova maneira de olhar para o mundo e para o lugar que nele ocupamos. Um novo ponto de vista sobre a vida.
Poderemos ter evoluído, mas devemos perguntar a nós próprios se não seremos iguais aos outros mamíferos, sob muitos aspectos.
Não podemos tirar lições daquilo em que somos semelhantes? As diferenças não nos podem também ensinar qualquer coisa?
Assassínio e violação, as mais trágicas formas de doença mental... encontramo-las agora também entre os animais, tal como em nós. O aumento do poder cerebral só exagera o horror dessas nossas disfunções, mas não é a sua causa. A causa é a escuridão em que temos vivido. É a ignorância.
Não temos de nos encarar como monstros para propagarmos ou ensinarmos uma ética do ambientalismo. Hoje sabemos bastante bem que a nossa própria sobrevivência depende da manutenção de complexas redes ecológicas e da diversidade genética. Se destruir-mos a Natureza... morreremos.
No entanto, há mais razões para protegermos as outras espécies, entre as quais uma que raramente- ou nunca - é mencionada. Talvez sejamos os primeiros com a capacidade de falar, de pensar, de construir e ambicionar, mas podemos não ser os últimos.
Outros poderão seguir-nos nessa aventura.
Talvez um dia venhamos a ser julgados quanto ao modo como desempenhámos o nosso papel quando éramos os únicos guardiões da Terra."
- David Brin, in "a guerra da elevação-vol II", no pós-escrito, pag.311, ano 1987.
Pensem nisto e reflictam.

BOM ANO DE 2009 A TODOS!

Terra! Composição: Caetano Veloso
Quando eu me encontrava preso
Na cela de uma cadeia
Foi que vi pela primeira vez
As tais fotografias
Em que apareces inteira
Porém lá não estavas nua
E sim coberta de nuvens...
Terra!
Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?...
Ninguém supõe a morena
Dentro da estrela azulada
Na vertigem do cinema
Mando um abraço prá ti
Pequenina como se eu fosse
O saudoso poeta
E fosses a Paraíba...
Terra!
Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?...
Eu estou apaixonado
Por uma menina terra
Signo de elemento terra
Do mar se diz terra à vista
Terra para o pé firmeza
Terra para a mão carícia
Outros astros lhe são guia...
Terra!
Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?...
Eu sou um leão de fogo
Sem ti me consumiria
A mim mesmo eternamente
E de nada valeria
Acontecer de eu ser gente
E gente é outra alegria
Diferente das estrelas...
Terra!
Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?...
De onde nem tempo, nem espaço
Que a força mãe dê coragem
Prá gente te dar carinho
Durante toda a viagem
Que realizas do nada
Através do qual carregas
O nome da tua carne...
Terra!
Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?
Terra!
Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?
Terra!
Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?...
Na sacada dos sobrados
Das cenas do Salvador
Há lembranças de donzelas
Do tempo do Imperador
Tudo, tudo na Bahia
Faz a gente querer bem
A Bahia tem um jeito...
Terra!
Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?
Terra!
ELE HÁ CARGAS FANTÁSTICAS, NÃO HÁ? A BRIGADA SÓ LUTA POR BOAS CAUSAS, POR CAUSAS ECOLÓGICAS, E MESMO ASSIM SÓ UTILIZA ARMAS CONVENCIONAIS... QUE SÃO OS BEIJINHOS...EHEHEHEH... BOM ANO DE 2009 É O QUE A BRIGADA DESEJA.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Testados

Hoje destacamos o blogue "Estrago da Nação". Um blogue de Portugal sobre Portugal, que colocas as suas preocupações de um ponto de vista interessante e que nos faz reflectir. Como sempre podem ver em http://estragodanacao.blogspot.com/ basta clicar em cima

Caros Bloguistas Militantes
Passamos a vida inteira a ser testados, e tão testados que mais parecemos ratos de laboratório.

Lamentamos a sorte das criaturas do laboratório, mas nós nas nossas vidinhas, somos também testados todos os dias.

Se pensarmos bem, vivemos só uma ínfima parte do ciclo petrogenético (ciclo de transformação das rochas), e comparado com outros animais e vegetais o nosso tempo de duração aqui no planeta é mínimo, mas é o que temos e há que aproveitar.

Somos testados pela família se damos ou não prendas de NATAL , quer nós nos decidamos ser Ateus, Agnósticos, Muçulmanos ou Judeus ou outra qualquer religião que não comemore o Natal.

Somos testados pela TV, RÁDIO e outros Media e Publicidade, para ver se nos levam a comprar, a gastar, a gastar.

Então na época do Natal é demais. Lembro-me que antigamente o Natal era uma semana e meia antes, isto no máximo.

Agora temos as ruas enfeitadas já desde o final de Setembro, a andar assim, qualquer dia nem os enfeites tiram.

Bem dizem que Natal é quando um HOMEM quiser, mas assim é capaz de ser um pouco rebuscado demais, já que desde de Setembro que o "Espírito de Natal" não nos invade.

Felizmente hoje poderei pensar e pronunciar estas palavras, só de imaginar que já fomos assados (literalmente) quando testavam a nossa religiosidade. Hoje felizmente na Europa isso já acabou...

Somos testados quando nascemos, pesados , etiquetados na maternidade.
Os porcos, as cabras, os cavalos, e outros animais e vegetais não livres e que estão sob o nosso jugo também o são... não somos assim tão diferentes.
Somos testados com vacinas, com picas nos pés, e com os testes mais mirabolantes, são nos inóculadas vacinas que os médicos já sabem que não devem ser inóculadas.
Somos testados na escola, se sabemos ou não a matéria que outros acham importante que nós deveríamos aprender.
Dizia um grande pedagogo Português, João de Deus, que "ensinar é castrar"...
Pensando bem, orientar o ensino de algo ou alguém, é impedir que esse algo ou alguém prossigam livremente e como seu arbítrio para os locais que quisessem escolher... tem os seus prós e os seus contras.
Somos testados até conseguirmos conquistar o coração de alguêm, e que, depois de conquistado continuamos permanentemente a ser testados.
Somos testados no trabalho avaliando a nossa performance e produtividade.
Somos testados em casa, onde temos que justificar porque levamos o fruto do nosso trabalho com tanto suor, e ou justificamos bem ou somos trocados... sim o amor não é tudo...principalmente hoje em dia.
Somos testados e também fazemos parte de testes e também testamos.
Testamos medicamentos, alimentos, automóveis, aviões, camiões, roupa, sapatos, uma miríade de coisas.
Testamos a paciência dos nossos vizinhos, dos países, vamos longe demais com os testes e até fazemos guerras porque nos detestamos e assim aproveitamos para nos testarmos uns aos outros.
Claro que destruímos tudo, mas isso é só um teste á nossa capacidade de regeneração, de começar do zero... até qualquer dia.
Tantos testes que as cobaias de laboratórios comparados connosco não passam de pequenos ratinhos amadores...
E para quê?
Para depois deixarmos aos nossos vindouros, a miséria em que o nosso Planeta está?...
Tantos testes e afinal nunca chegámos a lado nenhum a nenhuma conclusão.
Caros Bloguistas Militantes
Detesto os testes ou será que detesto não passar nos testes... vá-se lá saber...
Hoje acordei assim... com vontade de testar alguém, e para cúmulo da Ironia vos testo ao escrever estas coisas.
Mas que havemos de fazer? faz parte....

Quero a todos desejar:
Boas Festas aos Judeus pelo seu Chanuká - Festa das Luzes. Ocorre em novembro ou dezembro por um período de oito dias. Comemora a vitória dos judeus em 165 a.c., quando reergueram o Templo de Jerusalém destruído pelos Sírios. Acende-se uma vela a cada dia num candelabro de oito ramificações. Os Judeus trocam presentes entre si, e as crianças recebem uma maior atenção nesta data.

Boas Festas aos Cristãos pelo seu Natal - Festa que comemora o nascimento do Messias Jesus Cristo 2009 a.c. Comemora a festa da família, vão á missa do galo à meia noite, e trocam presentes as crianças recebem uma maior atenção nesta data.

Boas Festas para os Xintuístas, pela sua noite Chichibu- Grandes carros percorrem as estradas e em num deles é transportada uma caixa decorada que contém um Kami. Atrás dos carros vêm os sacerdotes. É encerrada com uma magnífica chuva de fogos de artifício. Sempre dentro de uma caixa, outro kami é levado pelo lago, para obter a renovação de toda a região.

Boas Festas para os Budistas antecipadamente pelo seu Joya Kane (Ano-novo) - 31 de dezembro. Budistas pedem harmonia e paz no mundo por meio de preces e soando um sino por 108 vezes. As batidas significam os 108 obstáculos para a iluminação.

Boas Festas antecipadas para os Muçulmanos pelo seu Eíd Ra's As-Sana Al Hijria ou Uáhad Muharram (1 de Muhhárram) -O Ano Novo muçulmano, que inicia o ano lunar. Os muçulmanos xiitas, comemoram nos primeiros dez dias do novo ano as festividades fúnebres da Achurá, em que praticam mortificações, pela morte do Imã Hussein ibn µli ibn Abu-T lib (ibn = filho), ocorrida no início da história do Islão.

Um conselho deixem-se de guerras...

BOAS FESTAS PARA QUE COMEMORA AS FESTAS AGORA... BOAS FESTAS PARA QUEM COMEMORA AS FESTAS DEPOIS, BOM DESCANSO PARA QUEM NÃO COMEMORA FESTAS.

Pedra Filosofal - In Movimento Perpétuo, 1956- António Gedeão
Eles não sabem que o sonho
é uma constante da vida
tão concreta e definida
como outra coisa qualquer,
como esta pedra cinzenta
em que me sento e descanso,
como este ribeiro manso
em serenos sobressaltos,
como estes pinheiros altos
que em verde e oiro se agitam,
como estas aves que gritam
em bebedeiras de azul.
Eles não sabem que o sonho
é vinho, é espuma, é fermento,
bichinho alacre e sedento,
de focinho pontiagudo,
que fossa através de tudo
num perpétuo movimento.
Eles não sabem que o sonho
é tela, é cor, é pincel,
base, fuste, capitel,
arco em ogiva, vitral,
pináculo de catedral,
contraponto, sinfonia,
máscara grega, magia,
que é retorta de alquimista,
mapa do mundo distante,
rosa-dos-ventos, Infante,
caravela quinhentista,
que é cabo da Boa Esperança,
ouro, canela, marfim,
florete de espadachim,
bastidor, passo de dança,
Colombina e Arlequim,
passarola voadora,
pára-raios, locomotiva,
barco de proa festiva,
alto-forno, geradora,
cisão do átomo, radar,
ultra-som, televisão,
desembarque em foguetão
na superfície lunar.
Eles não sabem, nem sonham,
que o sonho comanda a vida,
que sempre que um homem sonha
o mundo pula e avança
como bola colorida
entre as mãos de uma criança.

ELE HÁ CARGAS FANTÁSTICAS NÃO HÁ? A BRIGADA HOJE NÃO ESTÁ NO QUARTEL, SAIU PARA TESTAR OS CAVALOS PELO MUNDO INTEIRO, COM UM TRENÓ E PRENDAS.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

uma tarde com a Liberdade e a Democracia

O blogue escolhido para destaque hoje chama-se VOZES SILENCIADAS. Porque de liberdade e democracia hoje se trata, este e um blogue que a isso é dedicado. Visitem em http://vozesilenciadas.blogspot.com/ já sabem basta clicar em cima.
Caros Bloguistas Militantes
Esta noite tive um sonho. Um sonho lindo.
Não sei se foi do jantar, não sei se foi do almoço, não sei se foi pelo facto de ter me lembrado de algumas pessoas ou de ter conversado com outras.
Só sei que tive um sonho lindo.
Sonhei que tinha passado uma tarde com a LIBERDADE e com a DEMOCRACIA.
Sem guerras nem amarras, sem ganchos nem palavras, sem ninguém a incomodar, janelas da mente abertas de par em par.
Ia no espaço infinito, via um horizonte mais bonito, colonizávamos planetas e as constituições já não continham artigos com tretas.
Tínhamos rasgado tratados e alianças, éramos felizes, éramos danças.
A terra mãe era a partida, íamos para outros planetas dar-lhes vida.
Sonhei que éramos todos um, que o governo governava para o bem comum, não havia fome nem coisas que tais e os homens eram todos iguais.
Finalmente éramos Seres e protegíamos os fracos e até os pardais.
Foi bom sentir-me nessa tarde tão livre e tão cidadão, mas tudo o que é bom tem um senão, acabou-se a LIBERDADE e a DEMOCRACIA pois acordei e voltei ao dia a dia.
Mas provei o sabor da LIBERDADE e da DEMOCRACIA, e agora quer acordado, quer a dormir, seja qual for a nossa bandeira, a LIBERDADE e a DEMOCRACIA estarão sempre presentes, será sempre a nossa força primeira.

Já chegou A LIBERDADE José Carlos Ary dos Santos
Já chegou A LIBERDADE
Chegou um dia.
Estava tanto frio, tanta gente triste.
Entrou de espingarda em riste
Chegou um dia à cidade
E só atirou um amor-perfeito
Era o que trazia ao peito
Já chegou a liberdade
Com um chapéu encarnado
No rosto trazia verdade
E na baioneta já floriu um cravo
Depois foi até ao Carmo
Foi até ao cerne da nossa tristeza
E cantou “A Portuguesa”
E eu que também cantei
Só então me dei conta da beleza
Da voz que ficou acesa.
ELE HÁ CARGAS FANTÁSTICAS NÃO HÁ? QUANDO A LIBERDADE CHEGAR, A BRIGADA NÃO FAZ FALTA E VAI-SE REFORMAR.MAS ENQUANTO A LIBERDADE NÃO CHEGA, A BRIGADA VAI CARREGANDO, CADA VEZ COM MAIS CERTEZA.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

a escravatura moderna

Embora já encerrado continuo a achar este blogue interessante http://vulgardelineu.blogspot.com/ vão lá ver

CAROS BLOGUISTAS MILITANTES
A DUDH, fez á dias 60 anos, mas está longe de ser respeitada.
Relembremos que nos SEC XVI ao XIX escravizámos impunemente outros povos, no feudalismo e durante outras época as práticas na aplicação do direito e da justiça não foram das mais correctas, mas os tempos e as consciências eram outros.
Mas se erramos durante um largo e prolongado tempo, deveríamos ter aprendido com a experiência, se avançamos civilizacionalmente e condenamos e pedimos perdão pelas práticas dos nossos antepassados, se fizemos a declaração dos direitos humanos que ajudou quase a erradicar com a escravatura, pois a DUDH foi praticamente assinada por todas as nações.
Pelo menos isso foi o que pareceu durante uns tempos, mas estamos a descobrir amargamente e a sentir na pele que a civilização tem avanços... mas também tem retrocessos.
No melhor pano cai a nódoa... pelo menos quando se diz no melhor pano, dever-se-ia dizer no melhor pano publicitário... pois lá por se propaguear que se é o melhor não quer dizer que o seja.

Foram descobertos por acaso nos EUA (o melhor pano segundo eles) um casal de milionários que escravizava 2 mulheres indonésias, davam-lhes pouca comida, maus tratos, espancavam-nas, estiveram segundo os relatos: 5 anos sem saírem de casa a não ser para despejarem o lixo.
Isto é o que se dizia na noticia televisiva (e vou tomá-la como verdadeira, embora o exercício do contraditório seja uma prática que deveria estar enraizada em nós, lá está mais um avanço que recua).
Pensam as autoridades dos EUA que esta é a ponta visível do iceberg.
Caros Bloguistas Militantes, a escravatura seja qual for a sua forma é ABJECTA.
Por todas as razões e mais alguma, começa logo por ser algo que nos priva da nossa essência e do nosso ser e da nossa liberdade, dignidade e livre arbítrio, logo não nos deixa ser seres humanos completos.
O facto de os jornalistas dizerem que aquilo é um fetiche de milionários, só revela o retrocesso civilizacional, mental e cultural a que chegámos.
Desde logo da maneira como os jornalistas trataram a questão, apelidaram-no de fetiche.
Os valores e o respeito pela dignidade humana tem de ser repostos e revistos e actualizados, e devem começar por todo o lado.
Como dizia um amigo meu, a pátria vai exigir um esforço de nós muito grande dentro em breve. E eu acrescento espero que sejamos civilizados e nos portemos como tal quando esses dias vierem.

Endechas á bárbara escrava Luís Vaz de Camões
Aquela cativa
Que me tem cativo,
Porque nela vivo
Já não quer que viva.
Eu nunca vi rosa
Em suaves molhos,
Que pera meus olhos
Fosse mais fermosa.
Nem no campo flores,
Nem no céu estrelas
Me parecem belas
Como os meus amores.
Rosto singular,
Olhos sossegados,
Pretos e cansados,
Mas não de matar.
graça viva,
Que neles lhe mora,
Pera ser senhora
De quem é cativa.
Pretos os cabelos,
Onde o povo vão
Perde opinião
Que os louros são belos.
Pretidão de Amor,
Tão doce a figura,
Que a neve lhe jura
Que trocara a cor.
Leda mansidão,
Que o siso acompanha;
Bem parece estranha,
Mas bárbara não.
Presença serena
Que a tormenta amansa;
Nela, enfim, descansa
Toda a minha pena.
Esta é a cativa
Que me tem cativo;
E. pois nela vivo,
É força que viva.

ELE HÁ CARGAS FANTÁSTICA, NÃO HÁ? A BRIGADA EMBORA GUERREIRA RESPEITA A CONVENÇÃO DE GENEBRA E A DUDH, SEJA QUAIS FOREM AS CIRCUNSTÂNCIAS.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

construção

Para hoje vamos evidenciar uma espécie de blogue-hortinha, ou seja um blogue que tem de tudo como uma horta e é natural. Ou seja é um blogue diferente dedicado á natureza, nestes tempos que se aproximam ser verde é preciso http://jardimcomgatos.blogspot.com/ já sabem basta clicar

Caros Bloguistas Militantes
Nunca concordei muito com a nossa constituição quando ela no seu artº 65 de forma programática diz que todos tem direito à Habitação... Também pudera... se não o dissesse mal estávamos nós. Mas a minha discordancia é pelo facto desse direito à habitação lá estar escrito de uma forma PROGRAMÁTICA, é isso que estraga tudo... ou seja, traduzindo por miudos, é um objectivo a atingir, não é um fim em si, não é obrigatorio, como dizem os espanhois "lhega quando lhega"(não liguem ao meu castelhano, o que eu queria dizer era "chega quando chega".)

E sendo um objectivo a atingir, tem consequencias, e uma delas é dar azo á especulação imobiliária... porque se é para ser atingido a prazo, nos entrementes alguém tem de substituir os Estado... e com isto está tudo dito... os prazos e o provisório em Portugal tem uma tendência para definitivo... e alguém ganha com este constituional artigo programático sobre habitação.

É que Portugal não é elástico, é um país pequenino e por isso cada vez que se faz uma construção destroi-se qualquer coisa que antes lá estava para ocupar espaço, qualquer coisas essa que não pode ser reposta, qualquer coisa essa que geralmente são árvores ou uma parte importante da natureza.
Constroi-se tanto e com tão pouca qualidade, que desde que nasci sempre vi o país como um estaleiro, sempre em obras.

Não planeamos, não prevemos, não agendamos para 20 ou 30 anos, não temos visão de longo alcance, precisamos de um upgrade que nos de essa peça fundamental.

A parte da habitação não deveria ser programática. O Estado, leia-se governos ou melhor leia-se Autarquias, tem de ter a obrigação de velar por uma habitação condigna para todos os cidadãos, isto implica investir na construção de casas; com qualidade, em bairros agradavelmente planeados e integrados na paisagem, com todo o conforto, segurança, com tudo o que a paz de espírito que um guerreiro, quando chega de um dia de trabalho, merce.

Isto tem muito a ver com harmonia e com a paz social, um bairro como a Encarnação ou o Restelo em Lisboa, não tem nada a ver com o Bairro de Chelas ou Marvila, as realidades são diferentes, mas não acontece só em Lisboa, todas as cidades tem estas diferenças.

Foram construídos esses bairros com os mesmos propósitos mas em épocas diferentes, e o que mete pena, é que, enquanto socialmente os dois primeiros evoluiram os dois segundos estão a decrescer.

Socialmente pagamos isso com: marginalidade, exclusão, pobreza, violencia citadina, frustração e tudo o que está associado a bairros-guetos, sem as infraestruturas e espaços de lazer e convívo saudáveis.

Porque não construir bairros socialmente equilibrados?

Utopia? Não meus caros, claro que não. Isto já foi feito, perdoem-me estar a dar sempre o exemplo de Lisboa, mas é a cidade que eu vivo e melhor conheço,mas sei que posso falar pela maior parte do país, mas é por viver em Lisboa que sei das vicissitudes e do constrangimento do que é ser cosmopolita e habitante da capital, onde todos dizem que em Lisboa é onde há tudo e previlégios, mas na realidade, vistas bem as coisas, não se tem nada.

O que fazer?

Primeiro passo, retirar e descentralizar os serviços e edifícios do governo, do centro da cidade, a cidade precisa de espaço e de vida a toda a hora não só das 9h ás 17 horas.

Segundo passo, concentrar os ministérios, tal como tem Madrid "nuevos ministérios"... e deveriam ser descentralizados em mini-ministérios... para todas as cidades do país, um cidadão da República não tem de se deslocar a Lisboa, para tratar de tudo e mais alguma coisa, as lojas do cidadão são importantes mas não chegam, digamos que é um primeiro passo, temos de dar o passo seguinte.

Basta desta atitude de que quem quer ter algo tem de se deslocar Quilómetros até á capital de distrito ou até á capital do país, descentralizar, fazer da República o que ele é uma República, ou seja estar perto dos cidadãos e das suas necessidades.

Para estes passos serem possíveis é necessário a Regionalização, com um grau de autonomia bastante acentuada das Regiões Administrativas, mas isso será para um outro post...

Voltando ás casas, e à pseudo-utopia. Sim, esta realidade boa já existe, temos como exemplo as vivendas com jardim para funcionários públicos e outras grandes companhias que foram construídas nos anos 30 e 40 do seculo passado, tiveram no tempo ante 24/4/74 zonas definidas na cidade, que foram o Restelo, a Boa-Hora, Caselas, a Encarnação, Alvalade, hoje a maior parte são bairros de luxo ou semi-luxo excepto o bairro da Boa-hora que se degrada a olhos vistos.

Foram zonas criadas para Funcionários Públicos de diferentes ministérios e companhias do Estado e notem que eu digo Funcionários Públicos e não servidores do Estado, a diferença é grande.

No tempo em que os Funcionários Públicos ainda tinham algumas regalias, este tipo de casas foi feito. Ora é esse conceito de casas que se quer para todos, não só para os funcionários públicos... ou seja um bairro projectado, bem integrado, com tudo o que é preciso perto ou dentro do bairro, harmoniosamente de mão dada com a natureza, que está integrada e faz parte dessa realidade.
Já não há espaço para tanto, dizem alguns de vós, e tem razão pois Lisboa não tem mais por onde crescer, mas tem outras cidades do país, e bem precisamos de pessoas que não estejam só na capital. Para obviar a falta de espaço, façamos vivendas geminadas, façamos vivendas de primeiro andar geminadas, façamos prédios de 3 andares com jardim e quintais interiores como se ve nessas Europa fora.

Mas façamo-los com equipamentos de apoio integrados no bairro e para servir o bairro,como por exemplo uma mediateca, um pavilhão desportivo, lavandaria comum, uma piscina e de tantos em tantos hectares um corpo de bombeiros misto, uma esquadra de polícia, Escola Primária e Secundária, Creches.

Ou seja criarmos uma cidade integrada com transportes públicos a horas e a servir tudo isto. Assim sendo, assim se fazendo isto geraria emprego, pois haveria zonas comunitárias que eram geradoras de empregos, e eram necessárias tais como lavandaria comunitária, veterinário e hotel de animais comunitário.

Acabemos com os patos bravos e a sua especulação, acabemos com esses patos bravos que constroiem sem rei nem roque, á toa, prédios feios, que parecem caixotes, sem condições alguns para aguentarem o calor de Verão ou o frio do Inverno e a serem colocados no mercado preço de mansões de Hollywood ou ao preço de qualquer cidade do centro da Europa.

Já chega... digo eu ... Não chega?

Construção Composição: Chico Buarque
Amou daquela vez como se fosse a última
Beijou sua mulher como se fosse a última
E cada filho seu como se fosse o único
E atravessou a rua com seu passo tímido
Subiu a construção como se fosse máquina
Ergueu no patamar quatro paredes sólidas
Tijolo com tijolo num desenho mágico
Seus olhos embotados de cimento e lágrima
Sentou pra descansar como se fosse sábado
Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe
Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago
Dançou e gargalhou como se ouvisse música
E tropeçou no céu como se fosse um bêbado
E flutuou no ar como se fosse um pássaro
E se acabou no chão feito um pacote flácido
Agonizou no meio do passeio público
Morreu na contramão atrapalhando o tráfego

Amou daquela vez como se fosse o último
Beijou sua mulher como se fosse a única
E cada filho como se fosse o pródigo
E atravessou a rua com seu passo bêbado
Subiu a construção como se fosse sólido
Ergueu no patamar quatro paredes mágicas
Tijolo com tijolo num desenho lógico
Seus olhos embotados de cimento e tráfego
Sentou pra descansar como se fosse um príncipe
Comeu feijão com arroz como se fosse o máximo
Bebeu e soluçou como se fosse máquina
Dançou e gargalhou como se fosse o próximo
E tropeçou no céu como se ouvisse música
E flutuou no ar como se fosse sábado
E se acabou no chão feito um pacote tímido
Agonizou no meio do passeio náufrago
Morreu na contramão atrapalhando o público

Amou daquela vez como se fosse máquina
Beijou sua mulher como se fosse lógico
Ergueu no patamar quatro paredes flácidas
Sentou pra descansar como se fosse um pássaro
E flutuou no ar como se fosse um príncipe
E se acabou no chão feito um pacote bêbado
Morreu na contra-mão atrapalhando o sábado

ELE HÁ CARGAS FANTÁSTICAS, NÃO HÁ? A BRIGADA NÃO COMPRA CASA, QUANTO MUITO ALUGA, MAS AGORA VIVE NO QUARTEL, POIS É LÁ QUE AS BRIGADAS SE SENTEM BEM.

domingo, 7 de dezembro de 2008

et pluribus unum

Hoje o Comandante do regimento na sua ordem de serviço mandou destacar o blogue "Pimenta Negra". É um blogue, que tem tuda a ver com o tema de hoje, um blogue sobre os movimentos sociais, a ecologia, a contra-cultura, os livros, com uma perspectiva crítica sobre todas as formas de poder (económico, político, etc), visitem-no em http://pimentanegra.blogspot.com/ já sabem basta clicar em cima

CAROS BLOGUISTAS MILITANTES
Com o evoluir da espécie pensar-se-ia que os seres humanos tendencialmente seriam solidários.
Os estágios humanos da animalidade do egoísmo e outras brutalidades deveria ser algo que deveria ter sido erradicado... ou seja deveria ter evoluído.
Não sei se é por vagas históricas, mas quando vejo os homens a guerrear pergunto-me se alguma vez evoluímos.
Mas mesmo assim, assistimos de tempos a tempos o mundo a unir-se por causas, e fazem canções com isso, para cativar a malta, numa época entre a década de 80 e 90 do Século passado, entre outras destacam-se: Live aid (We are the world), o português Abraço a Moçambique,
Contra a guerra nos Balcãs, esta utima sem canção.
Existem países mais lutadores que outros, onde a consciência social é mais forte e solidária, assistimos a alguns países a lutarem contínua e interruptamente por causas diversas, pela causa do Ambiente, por exemplo.
Também assistimos a radicais que lutam as vezes de formas menos ortodoxas e toleradas... e até assistimos Portugal a lutar por Timor.
Nesta luta de libertação do povo Maubere, foram precisos anos, é certo, mas lá despertámos e lutámos na secretaria diplomática por um povo que há muito perdia no terreno, e merecia ser libertado da opressão e ter dignidade.
O que esse povo depois fez com o que decorre da sua liberalidade de usar a liberdade, isso já não nos cabe a nós ditar, planear só poderemos prever, está no livre arbítrio deles. Deveríamos porém ter sido o Povo protector, o povo que deveria e deverá orientar a jovem democracia Timorense a seguir o seu bom caminho, mas verdade seja dita... nós nem connosco conseguimos ter a democracia a caminhar direito, duvido que sejamos bom exemplo para outros.
Todos nós nos esquecemos por momentos que "O preço da liberdade é a eterna vigilância...". E devido a esse esquecimento, não velamos pela democracia e pela liberdade e depois devido a um desentendimento qualquer em qualquer parte do mundo, lá temos de enviar de emergência os Batalhões de tropas da ONU e a Ajuda Humanitária, e isso tudo nos faz relembrar "Qu o preço da LIberdade é a eterna Vigilância", e a Liberdade e democracia também pela força se impõe.. que por ironia a democracia e a liberdade era algo que deveria ter sido naturalmente conquistada pela política nacional e internacional e pela vontade do povo.
Caros Bloguistas Militantes
"A democracia só faz sentido á escala global, de nada vale ter democracia aqui sabendo que o vizinho sofre e que mais cedo ou mais tarde somos apanhados por essas ondas de choque."
Enquanto houver tirania e despotismo nenhuma nação democrática se pode sentir segura, afinal somos todos um, qual corpo de mosqueteiros, temos de ser "Um por todos e todos por um" .
Estou convicto que a minha liberdade não termina quando começa a liberdade dos outros, pois se a liberdade dos outros termina, então não existe liberdade plena, ou pelo menos com balizas aceitáveis, se a liberdade de só um termina então não existe liberdade de um todo.
Talvez quando dizemos a frase "A minha liberdade termina, quando começa a liberdade dos outros" nos queiramos referir especificamente ao que em sociedade chamamos de respeito e á falta dele... mas o aprofundamento deste pensamento fica para uma dissertação noutros fóruns a que nem todos têm acesso.
Infelizmente ultimamente o ser humano tem sido de modas e não de causas, apesar de estar em voga a moda das causas, mas não confundamos a árvore coma floresta, talvez porque temos visto os outros países a revoltarem-se e a lutarem por causas, como por exemplo os Franceses quando dizem "Stop ne touche pas mon ADN", colocando em causa as multinacionais farmacêuticas que querem atacar e fazer com clones agrícolas e sabe-se lá mais que outro tipo ou então os agricultores com os transgénicos, para que se saiba os transgénicos dão cabo da biodiversidade, ou então os belgas ou os alemães a preocuparem-se com o bem estar do planeta e são tantos os que se preocupam com o Planeta... mas tão poucos os que são ouvidos, e quase nada se faz.
Talvez por isso ou talvez porque os regimes ditatoriais ficaram fora de moda nas zonas estratégicas da guerra fria, pois já não eram precisos... que nos ouviram sobre Timor.
Em termos simbólicos, Portugal foi o povo que "retirou" ás garras da tirania despótica, lançou o embrião da última nação a formar-se no SEC XX e a ajudar a nascer no SEC XXI a democracia nesse novo país.
Não vencemos a crise, não comprámos nada de marca, não entrámos no guiness, não fomos ao espaço mas mais importante que qualquer prémio ajudou a acabar com a opressão de um Povo.
Fomos capazes disso, tivemos ajudas, mas fomos capazes, mas tam´bem o que se faz n mundo sem ajudas, e é bom contar com ajudas e com pessoas solidárias...
E depois quando se pensou que o pensamento de justiça de rectidão, a luta pela causas fosse aqui pelo nosso burgo assentar finalmente arraiais, eis que nos voltámos a preocupar com o tangível e com o material.
Parece que quanto mais enriquecemos mais emburrecemos, e, preferimos ficar sentados na poltrona, ficando cada vez mais agarrados ao nosso eu, e assim estamos.
Parece que nada nem ninguém nos afecta.
E agora por cá?
Tivemos a época dos fogos florestais, e vamos voltar a ter... é um fenómeno que para a maioria é natural... se bem que este ano foi um ano fraco neste aspecto (felizmente)... Mas o nosso país ter uma época de fogos etoda a gente achar natural... imagine-se... e ninguém se indigna.
E não se lembram que por causa desta e das épocas de fogos anteriores e das vindouras, que nós vamos ter mais seca , mais falta de água, apesar de chover tanto ou mais que em anos anteriores, teremos menos qualidade de vida, mas isso que interessa?
O que interessa para o povão é que o Benfica não jogou nada mas não perdeu... o resto... o resto ... Que se lixe! ... que a crise é grande. Por isso "ET PLURIBUS, UNUM".
We Are The World - Usa For Africa - Composição: Michael Jackson / Lionel Richie
(Lionel Richie)There comes a time when we hear a certain call
(Lionel Richie & Stevie Wonder)When the world must come together as one
(Stevie Wonder)There are people dying
(Paul Simon)And it's time to lend a hand to life
(Paul Simon & Kenny Rogers)The greatest gift of all
(Kenny Rogers)We can't go on pretending day by day
(James Ingram)That someone, somewhere will soon make a change
(Tina Turner)We are all part of God's great big family
(Billy Joel)And the truth, you know, love is all we need
Chorus:(Michael Jackson)We are the world,
we are the childrenWe are the ones who make a brighter daySo let's start giving
(Diana Ross)There's a choice were makingWere saving our own lives
(Michael & Diana Ross)It's true we'll make a better day Just you and me
(Dionne Warwick)Send them your heartSo they'll know that someone cares
(Dionne Warwick & Willie Nelson)And their lives will be stronger and free
(Willie Nelson)As God has shown us by turning stones to bread
(Al Jarreau)And so we all must lend a helping hand
(Chorus)We are the world, we are the children
We are the ones who make a brighter day
So let's start giving
(Bob Dylan)There's a choice were making
Were saving our own lives
It's true we'll make a better dayJust you and me
(Michael Jackson)When youre down and out, there seems no hope at all
(Huey Lewis)But if you just believe there's no way we can fall
(Cindy Lauper)Well, well, well, well let us realize that a change can only come
(Kim Carnes)When we stand together as one
(Chorus)We are the world,
we are the children
We are the ones who make a brighter day
So let's start giving
There's a choice were making
Were saving our own lives
It's true we'll make a better day
Just you and meWe are the world

ELE HÁ CARGAS FANTÁSTICAS, NÃOHÁ? A BRIGADA AO CARREGAR FA-LO COM AGRADO PELAS CAUSAS JUSTAS E SOLIDÁRIAS, MAS O QUE A BRIGADA PREFERE MESMO SÃO OS TEMPOS DE PAZ

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

I STILL HAVE A DREAM

Relacionado com o tema de hoje destacamos este blogue de fotografias. Se o destacamos é porque gostamos e se gostamos nós o indicamos (adoro estes plutrais majestáticos), pois gosto de vez em quando lá ir repousar a vista nele. É um blogue com cheiro e cor... não acredita? Vá lá ver http://cheirar.blogspot.com/ já sabem é só clicar no link
CAROS BLOGUISTAS MILITANTES
Passava eu de comboio, ao lado do Tejo, passado por tão protentoso promontório que é o bugio, que separa as águas do Tejo com as do Atlântico, estando as águas cobertas por um fino edredon de nevoeiro (sim porque "manto" era antigamente), senti-me como se tivesse no meio das brumas... não de "Avalon" mas as de Caxias.
Esta brisa matinal que subia pelo Tejo, ia envolvendo a ponte sobre o Tejo, até esta gradualmente deixar de ser vísivel.
E aí eu pensei, o meu sonho está a começar a ser concretizado.
Não, não era El-rei D.Sebastião que voltava, porque para desgraças já basta, e este senhor já teve a sua quota parte na história.
É um sonho antigo, mas recorrente, que eu aqui já o explanei, e que é tão simplesmente : O país fechar para obras e remodelações reabrir com nova gerência. Tal qual uma sociedade comercial.
Os empregados, todos nós, íamos para o estrangeiro, enquanto o país estava em obras, e íamos todos para cursos de formação.
Íamos, conhecer novas realidades e mercados, para que quando voltássemos, já estávamos treinados nas rotinas civilizadas e principalmente deixávamos de cuspir para o chão.
Mas não julguem que isto era um sonho fácil, era um sonho bem elaborado, o país entrar para obras e reabrir com nova gerência exige muito de nós, implicaria, antes do mais, um caderno de encargos e um recrutamento cuidado, as pessoas certas nos locais certos, os empreiteiros bons nos locais certos, ou seja em todo o lado.
Obviamente que este caderno de encargos não podia ser feito por portugueses, senão ia parar às mãos dos patos bravos do costume. Não , isso não, isso seria o caos.
Entregaríamos tudo isto a um misto da União Europeia e de Suíços, com uma pitada de Australianos e Islandeses, com a sabedoria das gentes do deserto e das montanhas e recheado com um pouco da filosofia chinesa, só da boa claro, e para finalizar com a honra e dedicação japonesa... um cheirinho da ambição americana (mas só um cheirinho),et voilá, tínhamos a equipa mista que analisaria o caderno e encargos.
É que se entregássemos só á UE, corríamos o risco de ficar estereotipados, sem videiras e oliveiras no princípio das obras para depois mudarem de ideias e voltarem a plantar tudo de novo, alem disso ter o país outra vez cheio de "Jeeps" não esta com nada.
Quem faria as obras? Seria a direcção de um consorcio nórdico com parceria Suíça assim garantíamos os prazos e evitávamos as derrapagens.
O caderno de encargos versava os seguintes items:
1.Treinar os portugueses no estrangeiro a não cuspir para o chão, a serem mais produtivos, e a apreciarem a vida depois das horas de trabalho, como o fazem os franceses e os ingleses e os nórdicos, quando há sol.
2- Aproveitar a energia solar em todas as casas, para que não desperdicem energia, adaptando todas as casas para esa tecnologia e também adaptá-las para aproveitarem as águas das chuvas que descem dos beirais para um reservatório que serviria por exemplo para lavar ruas , para o w.c. , em vez de se desperdiçar água potável para esse efeito, já que ela é tão pouca e preciosa.
3- Reconstruiria as ruas de modo a que os esgotos pluviais e os domésticos não se misturassem como se misturem, deitando assim o cheiro que deitam, sempre pouparia os nossos narizes a desagradáveis odores.
4-Como tudo estava entregue a Suíços e a povos civilizados escolhidos a dedo, os funcionários públicos quando fossem para os seus lugares, já saberiam o que fazer, e tudo entrava em rigor e ordem.
5- O sistema político passava a ser uninominal nas candidaturas para a A.R. talvez aliada a um voto misto, os mandatos deixavam de ser vitalícios e passavam a ser limitados, só se poderiam candidatar por 2 mandatos.
6- A justiça, seria mais célere, a saúde não teria filas de espera, pois contratualizávamos com os outros países europeus a cura dos nossos doentes, de modo a que eles podessem ser tratados e operados no hospitais estrangeiros que não tem filas de espera.
O país é uma casa com muitas divisões, por isso substituía:
a divisão da corrupção pela divisão da eficiência, rigor, pontualidade e celeridade.
a divisão da educação era remodelada, com o 12º ano verdadeiramente obrigatório e com os conteúdos escolares renovados para um verdadeiro saber-ser-, saber. pensar saber-saber e saber-fazer, num ensino de rigor voltado para a cultura, artes e desporto.
Entretanto cheguei ao Estoril, e já não sonhei mais.
MAS AGORA EU SEI QUE TENHO UM SONHO
E é tão lindo o meu sonho … chama-se FINALMENTE PORTUGAL.
I have a dream -ABBA
I have a dream, a song to sing
To help me cope with anything
If you see the wonder of a fairy tale
You can take the future even if you fail
I believe in angels
Something good in everything I see
I believe in angels
When I know the time is right for me
Ill cross the stream - I have a dream
I have a dream, a fantasy
To help me through reality
And my destination makes it worth the while
Pushing through the darkness still another mile
I believe in angels
Something good in everything I see
I believe in angels
When I know the time is right for me
Ill cross the stream - I have a dream
Ill cross the stream - I have a dream
I have a dream, a song to sing
To help me cope with anything
If you see the wonder of a fairy tale
You can take the future even if you fail
I believe in angels
Something good in everything I see
I believe in angels
When I know the time is right for me
Ill cross the stream - I have a dream
Ill cross the stream - I have a dream
ELE HÁ CARGAS FANTÁSTICAS,NÃO HÁ? A BRIGADA QUANDO ESTÁ DE LICENÇA SONHA COM UM MUNDO ONDE NUNCA MAIS SERÃO PRECISAS NEM CARGAS NEM BRIGADAS...NEM MESMO AS LIGEIRAS

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

AS GUERRAS DA ÁGUA

Para o rancho de hoje da Brigada, o chefe destaca um blogue de ilustrações e de humorismo, por vezes sarcástico... como o nosso país precisa. O blogue chama-se Bandeira ao vento, e vale mesmo a pena dar uma vista de olhos em http://bandeiraaovento.blogspot.com/ já sabem é só clicar em cima
Caros Bloguistas Militantes
Isto está complicado. Diria isto está mesmo muito complicado.
Sim, para mim o cenário é negro, catastroficamente negro.
Andamos a gastar as energias da humanidade, as energias naturais, em nada... em nada que nos dê proveito a nós humanidade, a nós todos seres animados e inanimados do planeta.
Pergunto-me de que vale um grito rouco, um dizer "olhem para as evidências"... isto tomou um caminho quase irreversível. Se ninguém ouve, se ninguém vê e as vozes que se levantam são tidas por radicais, de que vale então gritar? Será que vale a pena?
Custa-me fazer parte da geração que iniciou com o seu mau contributo para aniquilar a vida na Terra. Não é fardo que eu queira ter, mas é um fardo que temos todos de suportar.
Não sei se há vida depois da morte, nem sei se há vida, nem sei se há morte, nem sei se Lavoisier tem ou não razão "que nada se perde, nada se cria, tudo se transforma". O que eu sei é que não queria e não quero ficar com o epíteto para as gerações vindouras, de que fiz parte dos "caramelos" que na altura (hoje) contribuíram para aniquilar as raças humanas e as espécies vivas e o resto.
É que se não existir morte, é uma porra ter noutra vida, noutra forma ou noutra espécie o ressentimento dos outros apontando-nos com o dedo (ou outra forma), tu foste dos que contribuiu para a aniquilação do planeta.
E se a morte existir, ficar recordado por ter feito parte de uma geração, que no seu tempo cometeu a proeza de dar cabo disto tudo e ter contribuído para que as coisas estejam como estão, é fardo bem pesado e desagradável.
Não, não quero e desespero por este meu não querer, porque sozinho nada consigo, e em conjunto ninguém quer agir ou pensar por ter medo do ridiculo, porque não acredita, porque é egoísta, porque ...tantos porquês...
Caros Bloguistas Militantes
Eu sei que não se pensa (não pensamos) muito nisso, mas tudo está intimamente ligado com a água, a água faz parte de 70% de todo o planeta e até de nós. E há quem diga que as moléculas de água tem memória... então reparem: O consumo de água no último século quase triplicou.
Em 1962 (ou seja na década de 60 do século passado) o Jornal "A FOLHA DE SÃO PAULO DIZIA : "NO ANO 2000 PODERÁ HAVER NO MUNDO 6 MIL MILHÕES DE PESSOAS", num artigo interessantíssimo que poderão encontrar e ler em http://almanaque.folha.uol.com.br/mundo_06dez1962.htm e que reproduzirei alguns excertos, mas aconselho vivamente a ler na integra.
Diz algo muito duro de ouvir, mas que é uma realidade. "Já existe gente demais no mundo. " "(...)A população mundial (...) está aumentando na proporção de 51 milhões de pessoas por ano. Isso é mais do que a produção do mundo permitirá alimentar, abrigar, vestir convenientemente ou mesmo educar convenientemente(..) Para cada 4 pessoas que existiam na Terra em 1950, existem 5 hoje e existirão 6 dentro de 10 anos (Isto em 1962)."
Acrescenta que "A media de crescimento demográfico na Terra é de 1,7% ao ano (...) em algumas regiões a população está crescendo muito mais depressa (...) a população cresce em progressão geométrica (...) áreas onde o crescimento é na proporção de 2% ao ano, como na Índia (...)na América Latina, a população está crescendo em ritmo ainda mais rápido: 3,5%. Dentro de 1 século [e já passaram mais de 40 anos desde o início da contagem], os países com aquele índice de crescimento terão 32 vezes mais habitantes do que hoje."
Na década de 60 do SEC.XX já previam isto, e o que nós fizemos?
Literalmente, NADA.
Caros Bloguistas militantes
Temos o exemplo do Paquistão que precisa de água e sofre da falta da mesma pois não chove (e é assim com a maioria do planeta), por sua vez a Índia, que faz fronteira com o Paquistão, também sofre de falta de agua... são países vizinhos, são países que no conjunto tem no seu interior em número a totalidade da população europeia, os dois juntos ultrapassam-na mesmo e tem armamento nuclear...
O que acham que vão fazer para ter água? No actual estádio de desenvolvimento humano, qual acham que vai ser a actitude dos dois países para terem água para a sua população... (os atentados começaram na Índia já este post tinha sido escrito).
A luta surda e encapotada pela região de Caxemira... em que os dois países estão agora envolvidos... embora o neguem será por causa de quê?
Da Água é evidente.
E ali não será o começo, porque o começo já foi no médio oriente à muitos séculos atrás, a questão israelo-árabe, tem tudo menos a ver com questões religiosas, ou melhor, reformulando, as questões religiosas foram o pretexto "a gota de água"(que ironia esta), porque ali no DESERTO, o que faz mesmo falta é a água, não é o DEUS de Israel, nem o ALÁ dos Árabes.
O conflito pela água vai agudizar-se não tenham dúvidas, e os governos não vão assumir que é por causa disso, por mil e uma razões... não queremos pânico nem o exôdo das populações, não queremos sabotagens, não queremos desvios dos cursos dos rios...
Agora algumas "mentes brilhantes" estão a querer derreter glaciares utilizando carbono negro, para que o glaciar se derreta mais depressa e se consiga água doce..
Quanto a mim isto não é solução, é só um remendo, com consequências graves no futuro, os glaciares são um habitat, que embora inóspito, contribuem e muito para a estabilidade da vida na TERRA, tal como a conhecemos hoje, entre outras coisas são responsáveis pelo clima que se faz nas diferentes regiões da terra.
Os glaciares, estão a sofrer "ataques" de tudo quanto é lado, e principalmente dos humanos, que directa e indirectamente contribuem para o seu desaparecimento. O efeito estufa, faz com que os glaciares passem de massas de gelo a massas de neve, devido ao aumento de temperatura. Isto implica, que inúmeras espécies como é o caso do Urso polar, fiquem com uma linha de descontinuidade no árctico, e não tenham mais onde caçar e viver.
Nós os humanos também somos responsáveis nos últimos 50 anos pelos glaciares terem recuado 100 metros, e isto é grave... não demos por isso imediatamente naquela altura, pois estamos longe, mas a prazo já estamos a sentir as consequências, o estado do tempo alterado e não estável nas estações devidas é só um exemplo.
O derretimento dessa massa de glaciares faz, entre outras coisas, que estes passem do estado sólido para o estado líquido ( os glaciares são água doce, logo mais leve que a água salgada).
A corrente do Golfo do México sendo quente, permite que na Europa a uma latitude igual á do Canadá, exista e tenha vida, pois os ventos ao passarem pelo Oceano Atlântico, vão em direcção á Europa, e tornam assim o clima ameno. Ao contrário do Canadá, que na mesma latitude, não recebe esses ventos quentes e naquelas regiões paralelas não permite que se estabeleçam lá populações devido ao frio demasiado.
Ora sendo as águas dos glaciares geladas, ao confluírem no Oceano Atlântico, arrefecem as águas quentes oceânicas, ao arrefecerem as águas na sua superfície (por ser mais leve/menos densa), faz com que os ventos fiquem frios e isso vai implicar no clima Europeu, o que nos vai obrigar a mudanças... e já não falo da subida das águas, que vai fazer com que as populações ribeirinhas recuem...
Caros Bloguistas Militantes
Isto está complicado. Diria isto está mesmo muito complicado.
O cenário é negro, catastroficamente negro, e ninguém, liga... pois parafraseando um Imperador romano que dizia do povo deem-lhes PÃO E CIRCO... PÃO E CIRCO... e parece que só com isso se contentam.
Terra- Caetano Veloso
Quando eu me encontrava preso
Na cela de uma cadeia
Foi que vi pela primeira vez
As tais fotografias
Em que apareces inteira
Porém lá não estavas nua
E sim coberta de nuvens...
Terra!
Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?...
Ninguém supõe a morena
Dentro da estrela azulada
Na vertigem do cinema
Mando um abraço prá ti
Pequenina como se eu fosse
O saudoso poeta
E fosses a Paraíba...
Terra!
Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?...
Eu estou apaixonado
Por uma menina terra
Signo de elemento terra
Do mar se diz terra à vista
Terra para o pé firmeza
Terra para a mão carícia
Outros astros lhe são guia...
Terra!
Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?...
Eu sou um leão de fogo
Sem ti me consumiria
A mim mesmo eternamente
E de nada valeria
Acontecer de eu ser gente
E gente é outra alegria
Diferente das estrelas...
Terra!
Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?...
De onde nem tempo, nem espaço
Que a força mãe dê coragem
Prá gente te dar carinho
Durante toda a viagem
Que realizas do nada
Através do qual carregas
O nome da tua carne...
Terra!
Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?
Terra!
Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?
Terra!
Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?...
Na sacada dos sobrados
Das cenas do Salvador
Há lembranças de donzelas
Do tempo do Imperador
Tudo, tudo na Bahia
Faz a gente querer bem
A Bahia tem um jeito...
Terra!
Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?
Terra!
ELE HÁ CARGAS FANTÁSTICAS, NÃO HÁ? MAS POR ESTE ANDAR, A BRIGADA LIGEIRA VAI TER DE FAZER UMA BRIGADA DE CAVALOS... MARINHOS...

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

com um nó na garganta

Hoje não vou destacar nenhum blogue,mas um livro. Um livro que foi recentemente lançado, tão recentemente, que fui anteontem ao seu lançamento. Os autores fizeram um bom lançamento do livro, conseguiram lançar o livro a 5,20 metros, o que se não é um recorde anda lá perto. Já se podem candidatar ao Nobel, que assim como assim são as olímpiadas dos escritores.
Bom, mas o livro é interessante, chama-se 12 ERROS QUE MUDARAM PORTUGAL.
Interessante de ler e de oferecer (não tenho comissão), mas vejam-no em http://www.12erros.com/ como de costume é só clicar em cima para lá irem ter.
Quanto a mim 3 dos maiores erros que mudaram Portugal, foi quando Torres Couto cortou o bigode, quando Guterres cortou o bigode e o Prof.Marcelo R. Sousa cortou a Barba. Para um país cheio de problemas, por as barbas de molho não fica bem e também quando podíamos dar um "bigode" aos outros cortamo-los ... está mal.. é um erro.
Caros Bloguistas Militantes
Passei por Caxias, como passo todos os dias por Caxias. Mas ele há dias e dias e naquele dia não sei o que aconteceu, não recordo se a manhã estava soalheira, ou cinzenta ameaçando chuva, ou mesmo a chover... penso que talvez esta última, tal facto para agora não é importante... Sei é que dei por mim a pensar nos presos políticos que naquela prisão estiveram encarcerados, só porque discordavam de um governo e tinham ideias contrárias à do Status Quo, e foi pensando que se isto um dia me acontecesse não sei o que faria, e foi aí que fiquei com um nó na garganta e uma lágrima a correr pela face, com uma sensação de angustia...
Pensei na estupidez Humana, que não encara bem os que são diferentes, os que pensam de maneira diferente, pensei naqueles cuja a concepção de "carneirada" é que os satisfaz, e tudo o que foge à norma é para eliminar, e isso entristece-me, deixa-me angustiado.
Um amigo me disse um dia destes, que não evoluímos espiritualmente desde o tempo dos Gregos e eu acrescento, apesar das descobertas tecnológicas, mental e humanamente será que evoluímos?
É que as causas e as coisas das guerras combatidas pelos Gregos e os seus vizinhos, continuam a ser as mesmas coisas e causas de hoje em dia que dão origem à guerra e a outras atrocidades, continuam, e tem tendência para continuar, porque é que já passaram milénios e nós nunca chegámos a um entendimento?
Poderíamos já estar tão longe e todos bem...
Somos tão obtusos, que eu prevejo que aquela prisão um dia vai voltar a ser o que era... ou seja para presos políticos, não sei porque mas esta premonição com força me acompanha cada vez que sinto a democracia mais fraca. É assim, que fico, pensativo cada vez que oiço e sinto histórias de injustiça que no dia a dia me vou apercebendo ou vendo ou ouvindo de antigos cárceres, particularmente quando o abuso de alguns seres humanos em relação a outros o fazem contra a liberdade de pensamento. Encarceram fisicamente o indivíduo porque o pensamento, esse felizmente e por enquanto não pode ser encarcerado.
Caros Bloguistas Militantes, temo que um dia cheguemos lá,.
Se atentarmos bem, e quisermos crer, e não assobiar Para o lado , vemos que o nosso pensamento neste momento é orientado e condicionado... não estou a afirmar mais do que constatar daquilo que se tem feito nos últimos 30 anos nas sociedades ocidentais (nestas mais acentuadamente), por estranho que pareça... ou não depois da queda do muro de Berlim. O pensamento politicamente correcto que Roma, leia-se EUA, que nos impõe, é muito semelhante à política de pensamento único praticada por vários e diversos regimes, agora tem algumas variantes e nuances; mas que ele está aí para sermos todos levados a pensarmos naquele sentido predefinido, não tenham dúvidas.
E não é propriamente uma cabala, é o pensamento de mercado, que arrasta consigo a política, que arrasta consigo o dia a dia dos cidadãos. É a política do "Fast pensamento", não penses muito que nós pensamos por ti.
Caros Bloguistas Militantes, por aí e por ali fui conhecendo alguns dos que foram encarcerados pelo antigo regime português antes da revolução que deu origem à IIIRepública (como agora lhe chamam), e conheço-os de diversos quadrantes políticos... conheço também outros que dizem que fizeram e aconteceram que estiveram presos, que dizem que os papagaios comem alpista...
Distingo uns e outros de uma maneira muito simples, os verdadeiros que as semanas, meses ou mesmo anos na prisão política tornaram-nos mais cautelosos e prudentes na fala. Quem diria (se não os psicólogos, mas esses dizem tanta coisa), que a prisão física deixa passados tantos anos marcas psicológicas, e que marca quem tem um pensamento diferente do "orientado" do "establishment"... do "politicamente correcto".
Pois marcou e deixou marca. Já passaram para alguns 30 ou 40 anos, mas, acreditem, as velhas cautelas que tinham no velho regime ainda as têm e mantêm. E se calhar fazem bem, pois não acreditam, nem nunca acreditaram, nesta liberdade. E dizem-me que somente mudamos de um regime para outro... mudaram as moscas... Tanto assim é que entre outras coisas, quando alguns deles viajam de metropolitano, só saem depois do sinal de fecho de portas e no preciso momento quando as portas estão a fechar... e esta precaução deve a certificarem-se, que se alguém fizer ou tentar fazer o mesmo, tem a certeza que estão a ser seguidos. Estes homens têm outros tantos truques que o antigo regime os fez refinar, que nem a revolução que deu origem à III República lhes fez baixar as guardas, e o mais engraçado, é que guardam os segredos e truques para si, não mos divulgaram.Sabem que já lhes dei razão e continuo a dar. Quero também tornar-me mais atento, principalmente com esta democracia que está cada vez mais fraca.
Vou começar a treinar, porque quando chegar a hora... vai ser mais difícil que outrora... E eu, que já fiz recados ás bruxas e que um dia fartei-me, entornei-lhes o caldeirão e mandei-as a fava, tenho de me por a pau, mas como dizem nos Bombeiros... agora aguenta que é serviço.
Cantares de andarilho (José Afonso)
Já fiz recados às bruxas
do caselho à portelada
dei-lhes a minha inocência
elas não me deram nada.
Andei à giesta
ao lírio maninho
na Bouça da Fresta
no Casal Velido
erva cidreira
à erva veludo
na Lomba regueira
no Pinhal do Mudo.
Andei ó licranço
andei ao lacrau
no Monte do Manso
na Espera do Mau
vibra à carocha
ao corujão cego
na mata da Tocha
no rio Lágedo.
Fui andarilho das bruxas
moço de S. Cipriano
já fui morto e inda vivo
vendi a alma ao Diabo.
Era donzel e guardei-me
p'ras filhas da feiticeira
parti-me em metade à loira
noutra metade à morena.
ELE HÁ CARGAS FANTÁSTICAS, NÃO HÁ? A BRIGADA TEM UM SERVIÇO SECRETO QUE LHE VAI DANDO AS INFORMAÇÕES... HÁ POIS... NÃO ANDAMOS CÁ A VER PASSAR OS CARROS ELÉCTRICOS.

sábado, 22 de novembro de 2008

formação automobilistica

Hoje destaco um blogue que fala por si "A Cidade Surpreendente"
Um blogue de imagens e algumas palavras sobre o Porto, permeado de incursões ligeiras em territórios exteriores.
http://cidadesurpreendente.blogspot.com/ já sabem é só clicar em cima
Caros Bloguistas Militantes
A componente prática de condutores de pesados de passageiros e de mercadorias não é por lei obrigatória.
Quando falo em prática, não falo só em meter as mudanças e saber girar o volante, mas o ensinar a conduzir verdadeiramente.
Existe no país uma só pista para prática e que está em risco de fechar, é uma lista que os condutores aprendem diversos tipos de manobras de emergência e que vai para além do ensino das escolas de condução que diga-se de passagem não ensinam a conduzir em segurança.
É uma contradição termos uma prevenção rodoviária, que não previne e prefere que o pessoal pratique e aprenda no dia a dia, como se diz agora "prática on job", do que treinar o futuro condutor fazendo-o passar por diversos estágios e práticas, tais como aprender manobras de emergência, conduzir em diversos tipos de pisos, com óleo, areia, molhados e em situações climatéricas diversas tais como chuva, neve, etc... , que procedimentos tomar, etc...
Não agindo assim, com este tipo de prevenção, ente outros, tais como ir ás escolas, ter programas na TV, etc... potencia assim o risco de ocorrência de acidentes.
Por exemplo (entre outros) em Espanha assim acontece no ensino da condução, que vai muito além de sabermos onde é que fica situado o pisca, o travão e o volante, e não lança tal como nós os seus condutores ás feras, vão para o trânsito mas em termos de estágio para se irem adaptando, em alguns países isso acontece...
Não nos é ensinada a condução defensiva, resumindo somos atirados para a estrada e indirectamente é-nos dito desenrasque-se.
A nossa sinistralidade é tão elevada, que deveria ser obrigatória uma revisão bienal dos conceitos, dependendo ter a licença dessa condição.
Temos mais mortos na estrada que qualquer guerra civil em Portugal tenha provocado.
Para isto também contribui o laxismo das forças de segurança, que só se preocupam com minhoquices e sendo permissivos a muitas infracções.
Como foi o caso de um grupo de amigas que estando com taxa de alcoolemia acima do permitido, foram deixadas ir porque os decotes eram generosos...
Nunca percebi o conceito de caça á multa, se andar na estrada tem regras compiladas num código, esse código deve ser obedecido, quem não o cumprir coloca em risco a vida de outros condutores e peões, logo tem de ser autuado, quer tenha o pisca partido quer tenha feito uma manobra perigosa e grave, claro que as sanções como todos sabemos são diferentes.
Nem todos servem para conduzir, não podemos andar a distribuir cartas indiscriminadamente.
O que penso que se entende por caça á multa, são as manobras estáticas das forças de segurança, incidindo só sobre um ou dois tipos de infracção.
As forças de segurança deveriam ser mais pró-activas, serem mais visiveis e presentes nas estradas.
Qualquer autoridade deveria poder multar, e não deixar isso unicamente para a parte do trânsito.
Claro que sou a favor das operações STOP, claro que sou a favor da vigilância das velocidades e da alcoolemia etc..., mas isso per si não é suficiente.
Faz também parte do código, a boa , visível, adequada e correcta sinalização, que a maior parte das vezes não acontece... pois ou não estão á altura devida, ou existe excesso de informação ou pelo contrário escassez de informação, ou estão tapados por postes ou ramos., etc...
Também faz parte do código termos boas vias, e só a pouco e pouco as vamos tendo.
E por último, termos condutores , conscientes, civilizados, cumpridores; acresce também que os pões fazem também parte deste rol.
Deveríamos ser como na Dinamarca, que o mal de um afecta a todos, se o vizinho tem os pneus carecas coloca em risco a comunidade, os vizinhos denunciam essa falha ás autoridades.
Todos contribuímos para a segurança, e só todos conseguiremos acabar com esta guerra nas estradas que já dura á demasiado tempo .
Saca o saca-rolhas - Hermann José Von Kripphall - 1977
Pendurados nas motas com o freio nos dentes
Como cavalos de aço de raça
De escape livre e muito contentes
Guiando como loucos na brasa
Respeitável gente, assustada a gritar
Saltando sobre as pedras do chão
Passávamos semáforos sem nunca parar
Berrando para a cidade a canção:
Saca o saca-rolhas
Abre o garrafão
Viver sem vinho não presta
Saca o saca-rolhas
Abre o garrafão
E vem fazer uma festa (bis)
A praia estava cheia até à beira do mar
De malta escanhoada e barbuda (ouve-se uma voz off a dizer: dá-me licença, dá-me licença)
Mal a gente chegou foi um toca a nadar
Cada um com a sua miúda
Mas cedo se acabou, que se queria beber
Nem cola nem cerveja à pressão (ouve-se uma voz off em desepero e agonia a dizer:água)
Lei seca na praia não pode acontecer
Ou lá sai de mergulho a canção:
Saca o saca-rolhas
Abre o garrafão
Viver sem vinho não presta
Saca o saca-rolhas
Abre o garrafão
E vem fazer uma festa (bis)
Ficamos sobre a areia a ver a cor do sol-pôr
Falando no que nos dava na gana (ouve-se uma voz off a dizer: Sabes que a Manuela anda com o Hugo)
Entre copos de vinho e palavras de amor (ouve-se uma voz off a dizer: filha)
Que duram só no fim-de-semana (ouve-se uma voz off a dizer: tira-me a mão daí filha)
Voltamos à cidade em MotoCross feliz (ouve-se uma voz off a tremer a dizer: ahahahahah)
Cada um com a sua pendura (ouve-se uma voz off a rir : ahahahaha)
Ninguém se magoou, mas esteve por um triz
Acabar o domingo com tintura
Saca o saca-rolhas
Abre o garrafão
Viver sem vinho não presta
Saca o saca-rolhas
Abre o garrafão
E vem fazer uma festa (bis 4 vezes)

ELE HÁ CARGAS, NÃO HÁ? A BRIGADA NÃO É MUITO DE BEBER, MAS QUANDO BEBE REGRESSA AO QUARTEL DE TÁXI.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Bué da baldas

Hoje nem de propósito, destaco o blogue, SOU BURRO, vá-se lá saber o porquê? Podem visitar em http://souburro.blogspot.com/ já sabem basta clicar
Nota: esti bloge pode cunter eros ortogràficos, as nozas disculpas.
Caros Bloguistas Militantes
Confesso que não entendo muito do que se está a passar no ensino.
O que eu vejo na s notícias, é que os professores estão a arranjar mil e uma desculpas para não serem avaliados, nem pelos decretos do Ministério e parece que por ninguém.
A melhor maneira de dizer que não se quer ser avaliado, é dizer que queremos ser avaliados, mas por este tipo de avaliação não.
É uma espécie de chutar para o lado e assobiar para cima, visto que este modelo de avaliação, segundo se conta, demorou 2 anos a ser negociado para se chegar a acordo, e como todos deveríamos saber , um acordo entre partes é um acordo possível, não é o melhor acordo.
É que ainda não vi os professores darem exemplos concretos, exceptuando os processuais, mas isso é facilmente ultrapassável, são "peanuts" como dizem os americanos.
Analisando friamente a questão, não me parece que existam para aí modelos avaliativos para professores aos pontapés, e quando falo modelos falo de modelos sérios e responsabilizadores, como o nosso país merece, não modelos avaliativos dados por sindicatos cujo o intuito é agradar aos seus associados e contestar o governo.
Mas que pensamos nós de uma pessoa que assina um acordo, e unilateralmente depois quer mudar as regras... o que chamamos a essas pessoas?
Não, não é bancos nem companhias de seguro, se bem que o processo é o mesmo, mas dizemos que não estão de boa fé.
Mas terá razão este seu querer?
Falei com professores, e o que me contaram, é traduzido simplesmente por isto, primeiro interpretaram mal as orientações do Ministério, depois, a verdadeira razão para não querem ser avaliados é tão simplesmente porque lhes vão ao bolso.
Ou seja, existe um esquema de subida na carreira que é piramidal, por outras palavras, temos uma base alargada com professores, e só vão subindo quem tem notas boas, em igualdade de circunstâncias sobe quem fizer a diferença.
Mas não é assim com todos nós e em todo o mundo?
Para os "SETORES" na sua etapa evolutiva, se nas duas primeiras etapas, não parece haver grandes problemas de subida, nas etapas finais é que a "porca torce o rabo", pois á medida que os professores vão tentando chegar ao topo da carreira, menos vagas existem.
Depois todos nós já estivemos na escola, e para os que alguns de nós deixamos um ano em atraso ou cadeiras em atraso, sabe que raros são os professores que mudam o estilo de aulas de um ano para o outro. Já tivemos professores que adorámos e outros que detestámos por variadíssimas razões, pessoalmente os que detestei são os que não tinham queda para nada e foram para professores e não sabiam ensinar nem transmitir.
Porque é que temos um alto índice de chumbos a matemática? e a português? e a física?
Será dos alunos? ou será dos professores que quando dizemos que não entendemos voltam a explicar tudo da mesma maneira, dando a sensação que nem para eles sabem.
Pois esses não devem querer ser avaliados.
As salas de aula, são uma espécie de ditadura onde o professor era rei e senhor, e tudo anda pianinho, pois ponham-se ao fresco pois por muito que protestem parece que esses tempos acabaram.
Não sei se repararam alguma vez, mas se colocarmos cem seres humanos a fazer a mesma coisa, nem todos são exímios a fazer essa coisa, existe uma maioria que se queda pelo razoável, muitos pelo suficiente, alguns pelo bom, poucos pelo muito bom, muito poucos pelo exímio.
Por isso nem todos merecem ou estão em condições de chegar ao topo.
Acresce que a diferenciação obriga qualquer profissional a trabalhar, a ser imaginativo, a inovar, coisa que os professores de carreira ao longo dos tempos se vão desleixando. Existem obviamente honrosas excepções, mas a árvore não faz a floresta como os Media quer fazer crer.
Depois existe a questão da justiça social e da igualdade, se todos os trabalhadores são avaliados, independentemente da forma de avaliação, e progridem nas suas carreiras, porque é que os professores serão diferentes?
Advogados e médicos são avaliados pelos seus clientes, se é bom contínua a exercer e tem bastante sucesso , se não é bom... temos pena, fica com menos clientes ou com nenhuns.
Mas o mesmo se passa com assistentes administrativos, vendedores, etc..., todos somos avaliados, porque não também os professores?
Alguém gosta de ser avaliado? Claro que não.
Mas dá a ligeira sensação, que os professores não querem ser avaliados, porque sabem muito bem como eles próprios avaliam...
Eu não sei como é a forma de avaliação que está proposta para os professores, sei que não é coo o SIADAP, que é a forma como os funcionários públicos são avaliados, os professores são de uma forma mais específica.
Também não sei se é muito ou pouco burocrática, não sei se é muito ou pouco trabalhosa, mas lá que tem de ser avaliados, isso tem de ser. O método que eu gosto é um método público que dá também o ranking das escolas, tal como a avaliação dos países nórdicos, esse é o meu método.
Mas o ensino não é só avaliação dos professores, o ensino é entre outras coisas educação, e essa vai pelas ruas da amargura.
A questão dos telemóveis, a falta de autoridade dentro das salas de aulas pelos professores, os pais que se desleixam com a educação dos filhos, a permissividade da sociedade, que nos diz que não se deve bater nos putos. Logo eu que sou contra esta ditadura da psicologia, e que manda "bitaites" e que não sabe por que caminhos se meteu. Desta maneira estamos a seguir quem anda perdido e por isso perdidos estamos.
Sempre foi um problema ser ministra ou ministro, da educação muito pior, é um desafio estigmatizante.
Se não se faz nada, é porque não se fez, se se tenta mudar, aqui d'el-rei que isto é uma república.
Ter uma sociedade que há 30 anos já mudou pelo menos 10 vezes as regras educacionais, e programas, e livros, e conteúdos, é uma sociedade que está doente e não sabe para onde vai ou o que quer.
O certo é que um país... e também uma Europa (que o mal não é só nosso), que não acerta com a sua política de educação, é um país/Europa condenada ao fracasso, que prepara mal os seus cidadãos, é ma sociedade que via evoluir sem regras e com desrespeito ás poucas que tem, é uma sociedade que vai e está a ser pouco tolerante, é uma sociedade que o deixa de ser.
Por último, para agudizar este braço de ferro, os sindicatos fizeram passar uma má interpretação dizendo que os putos podem passar com faltas excessivas, e isso era como entregar o ouro ao bandido.
Os alunos juntaram-se aos professores, e saíram á rua, dizendo que deveriam ter faltas porque são jovens e precisam de faltar para ter tempo para eles e não chumbar... ok é uma ideia peregrina, que ouvimos e registamos mas que não podemos permitir.
Já veio o desmentido e a clarificação sobre esta situação.
Estamos a ensinar que a permissividade é uma regra saudável, estamos a incentivar o desrespeito pelas regras, depois queixamo-nos
Exige-se uma cultura de exigência e de excelência no nosso ensino.
Somos todos, mas TODOS responsáveis pelo que se está a passar, não vale a pena assobiar para o lado e apontar o dedo a um bode expiatório.
Mas essencialmente estamos assim porque somos um povo BUÉ DA BALDAS.
Bué da baldas Despe e Siga
Escola boa, escola má
Quem está livre, livre está
Passará, não passará
E quem não passa fica cá
Ficam cá os radicais
Violentos, marginais
Que se baldam às propinas
E às provas globais
E é uma fezada
A escola está fechada
Hoje há manifestação
Aulas não! Aulas não!
E é p'ra palhaçada
A malta está animada
Pode vir a intervenção
Que nós estamos cá para...
Copiar o TPCE
studar livros de BD
Decorar o pavilhão
P'ra festa da associação
No pátio da C+S
Estudar nunca apetece
E no bar da faculdade
Vai-se o resto da vontade
E é uma fezada
A escola está fechada
Hoje há manifestação
Aulas não! Aulas não!
E é p'ra palhaçada
A malta está animada
Pode vir a intervenção
Que entramos noutra dimensão
Bué da baldas
Bué da baldas
(Nós somos)Bué da baldas
Bué da baldas
Bué da baldas
Bué da baldas
Muita falta, muito estrilho
Muito chumbo, que sarilhoJ
á mandaram os postais
Para a reunião de pais
Bué da baldas, muita nega
Bué da mega, driver sega
Entrei noutra dimensão
Bué da faltas, aulas não
E é uma fezada
A escola está fechada
Hoje há manifestação
Aulas não! Aulas não!
E é p'ra palhaçada
A malta está animada
Pode vir a intervenção
Aulas é que não!
E é uma fezada
A escola está fechada
Hoje há manifestação
Aulas não! Aulas não!
E é p'ra palhaçada
A malta está animada
Pode vir a intervenção
E entramos noutra dimensão
Bué da baldas x18
ELE HÁ CARGAS FANTÁSTICAS NÃO HÁ? A BRIGADA COMBATE O ANALFABETISMO.COMO? ENSINA OS CAVALOS A LER...QUE TAMBÉM TEM DIREITO