As minhas cachadas no Geocaching

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sábado, 22 de novembro de 2008

formação automobilistica

Hoje destaco um blogue que fala por si "A Cidade Surpreendente"
Um blogue de imagens e algumas palavras sobre o Porto, permeado de incursões ligeiras em territórios exteriores.
http://cidadesurpreendente.blogspot.com/ já sabem é só clicar em cima
Caros Bloguistas Militantes
A componente prática de condutores de pesados de passageiros e de mercadorias não é por lei obrigatória.
Quando falo em prática, não falo só em meter as mudanças e saber girar o volante, mas o ensinar a conduzir verdadeiramente.
Existe no país uma só pista para prática e que está em risco de fechar, é uma lista que os condutores aprendem diversos tipos de manobras de emergência e que vai para além do ensino das escolas de condução que diga-se de passagem não ensinam a conduzir em segurança.
É uma contradição termos uma prevenção rodoviária, que não previne e prefere que o pessoal pratique e aprenda no dia a dia, como se diz agora "prática on job", do que treinar o futuro condutor fazendo-o passar por diversos estágios e práticas, tais como aprender manobras de emergência, conduzir em diversos tipos de pisos, com óleo, areia, molhados e em situações climatéricas diversas tais como chuva, neve, etc... , que procedimentos tomar, etc...
Não agindo assim, com este tipo de prevenção, ente outros, tais como ir ás escolas, ter programas na TV, etc... potencia assim o risco de ocorrência de acidentes.
Por exemplo (entre outros) em Espanha assim acontece no ensino da condução, que vai muito além de sabermos onde é que fica situado o pisca, o travão e o volante, e não lança tal como nós os seus condutores ás feras, vão para o trânsito mas em termos de estágio para se irem adaptando, em alguns países isso acontece...
Não nos é ensinada a condução defensiva, resumindo somos atirados para a estrada e indirectamente é-nos dito desenrasque-se.
A nossa sinistralidade é tão elevada, que deveria ser obrigatória uma revisão bienal dos conceitos, dependendo ter a licença dessa condição.
Temos mais mortos na estrada que qualquer guerra civil em Portugal tenha provocado.
Para isto também contribui o laxismo das forças de segurança, que só se preocupam com minhoquices e sendo permissivos a muitas infracções.
Como foi o caso de um grupo de amigas que estando com taxa de alcoolemia acima do permitido, foram deixadas ir porque os decotes eram generosos...
Nunca percebi o conceito de caça á multa, se andar na estrada tem regras compiladas num código, esse código deve ser obedecido, quem não o cumprir coloca em risco a vida de outros condutores e peões, logo tem de ser autuado, quer tenha o pisca partido quer tenha feito uma manobra perigosa e grave, claro que as sanções como todos sabemos são diferentes.
Nem todos servem para conduzir, não podemos andar a distribuir cartas indiscriminadamente.
O que penso que se entende por caça á multa, são as manobras estáticas das forças de segurança, incidindo só sobre um ou dois tipos de infracção.
As forças de segurança deveriam ser mais pró-activas, serem mais visiveis e presentes nas estradas.
Qualquer autoridade deveria poder multar, e não deixar isso unicamente para a parte do trânsito.
Claro que sou a favor das operações STOP, claro que sou a favor da vigilância das velocidades e da alcoolemia etc..., mas isso per si não é suficiente.
Faz também parte do código, a boa , visível, adequada e correcta sinalização, que a maior parte das vezes não acontece... pois ou não estão á altura devida, ou existe excesso de informação ou pelo contrário escassez de informação, ou estão tapados por postes ou ramos., etc...
Também faz parte do código termos boas vias, e só a pouco e pouco as vamos tendo.
E por último, termos condutores , conscientes, civilizados, cumpridores; acresce também que os pões fazem também parte deste rol.
Deveríamos ser como na Dinamarca, que o mal de um afecta a todos, se o vizinho tem os pneus carecas coloca em risco a comunidade, os vizinhos denunciam essa falha ás autoridades.
Todos contribuímos para a segurança, e só todos conseguiremos acabar com esta guerra nas estradas que já dura á demasiado tempo .
Saca o saca-rolhas - Hermann José Von Kripphall - 1977
Pendurados nas motas com o freio nos dentes
Como cavalos de aço de raça
De escape livre e muito contentes
Guiando como loucos na brasa
Respeitável gente, assustada a gritar
Saltando sobre as pedras do chão
Passávamos semáforos sem nunca parar
Berrando para a cidade a canção:
Saca o saca-rolhas
Abre o garrafão
Viver sem vinho não presta
Saca o saca-rolhas
Abre o garrafão
E vem fazer uma festa (bis)
A praia estava cheia até à beira do mar
De malta escanhoada e barbuda (ouve-se uma voz off a dizer: dá-me licença, dá-me licença)
Mal a gente chegou foi um toca a nadar
Cada um com a sua miúda
Mas cedo se acabou, que se queria beber
Nem cola nem cerveja à pressão (ouve-se uma voz off em desepero e agonia a dizer:água)
Lei seca na praia não pode acontecer
Ou lá sai de mergulho a canção:
Saca o saca-rolhas
Abre o garrafão
Viver sem vinho não presta
Saca o saca-rolhas
Abre o garrafão
E vem fazer uma festa (bis)
Ficamos sobre a areia a ver a cor do sol-pôr
Falando no que nos dava na gana (ouve-se uma voz off a dizer: Sabes que a Manuela anda com o Hugo)
Entre copos de vinho e palavras de amor (ouve-se uma voz off a dizer: filha)
Que duram só no fim-de-semana (ouve-se uma voz off a dizer: tira-me a mão daí filha)
Voltamos à cidade em MotoCross feliz (ouve-se uma voz off a tremer a dizer: ahahahahah)
Cada um com a sua pendura (ouve-se uma voz off a rir : ahahahaha)
Ninguém se magoou, mas esteve por um triz
Acabar o domingo com tintura
Saca o saca-rolhas
Abre o garrafão
Viver sem vinho não presta
Saca o saca-rolhas
Abre o garrafão
E vem fazer uma festa (bis 4 vezes)

ELE HÁ CARGAS, NÃO HÁ? A BRIGADA NÃO É MUITO DE BEBER, MAS QUANDO BEBE REGRESSA AO QUARTEL DE TÁXI.

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