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Acerca de mim

Toda a brigada tem um cabo... todo o cabo pode chegar a Imperador... todo o Imperador pode mudar o destino de uma nação ... todas as nações podem mudar o destino do mundo ou não...

quinta-feira, 21 de março de 2019

A GRANDE CANÇÃO DA INDIFERENÇA ...Há que pensar positivo.

O Planeta Terra é um Planeta Vivo e em constante mudança.
As alterações climáticas, já previstas por Geólogos, que nos transmitiram o que já tinham cientificamente comprovado na Paleogeologia, Paleografia, Mineralogia, estatigrafia, e outras divisões da Geologia, e que é pura e simplesmente que os polos magnéticos vão mudando de milhares em muilhares de anos, que o clima muda, que o Gelo e o Degelo são ciclicos, que o Mar avança e recua e leva milhões de anos a produzir essas alterações  e que tais mudanças têm implicação em todos os seres vivos do Planeta Terra e que essas mudanças ficam gravadas nas rochas, nos minerais que as compõem e também nas camadas estatigráficas.
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Mas os Seres Humanos preferem ignorar ou esquecer, tal como no Complexo de Savonarola, o Padre dominicano que dizia aos Reis o que ia acontecer no futuro e dizia... escutai-me "de modo a que não digam que eu não vos tinha avisado".
Tudo no Planeta está interligado, e tal como no efeito borboleta, umas coisas desencadeiam e originam outras, e uma vez começado, lamentamos mas já não dá para voltar atrás, poderá, isso sim, ser atrasado, mas é inexorável a marcha do tempo e dos acontecimentos.
Podem os Seres Humanos, atenuar as consequências, prevenir, recalcular as probabilidades, recuar nos terrenos para locais mais seguros, mas o que era não volta a ser, a não ser daqui a milhões de anos.
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As mudanças que estão a ocorrer no Planeta, não são portanto novidade, algo que o Ser Humano já não soubesse que ia acontecer, é o advento da inevitabilidade.
A novidade aqui, e que tem de ser equacionada, é que a acção artificial do Ser Humano, terá contribuído para percipitar esses acontecimentos.
Acontecimentos esses que vistos à escala de milhões de anos, terão acontecido 1000 ou 2000 anos (salvo as devidas distâncias) mais cedo do que o que se estava à espera.
Só que, e esse é o verdadeiro problema, a antecipação do Degelo, as consequentes alterações climáticas, as catástrofes ambientais, as secas, os grandes incêndios florestais cada vez mais frequentes, as cheias, os ciclones, os tufões, que cada vez são mais frequentes e aparecem em locais onde o Ser Humano nunca houvera ouvir falar deles, nem para tal estava preparado. Sim esse é o verdadeiro problema, fomos avisados e não nos preparámos, e não nos estamos a preparar, e temos a velha atitude, está a acontecer aos outros não nos vai acontecer a nós.
Mas isto que acontece aos outros, temo Efeito Borboleta associado.
Aliás bem vistas as coisas, nós humanos, não temos a tendência para pensar na espécie como um todo, um grupo que deiva ser coeso, trabalhar para os mesmos ideais, e para o mesmo objectivo, que é garantir a sobrevivência da nossa espécie no Planeta Terra, e nunca olvidando, que se quisermos garantir a nossa sobrevivência, temos de garantir a sobrevivência das outras espécies.
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É que afinal,nós vivemos numa SIMBIOSE INVISÍVEL, mas que é real e que nunca ninguém dá muita atenção. 
Não garantir a sobrevivência, de todas as espécies, é dupla e simplesmente estúpido e suicida.
Já estavam cá seres vivos antes do Ser Humano, povoar a Terra, ou seja antes do Ser Humano ter evoluído para aquilo que é hoje, não respeitar e não conviver simbióticamente com essas espécies, é não só ignorar o passado, mas principalmente hipotecar as hipóteses da sobre vivência de todos no futuro.
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Estamos e vamos continuar a sofrer as agruras que nos provocam as mudanças climáticas. De nada vale culpar o Fulano A, B ou C, ou o país D, E ou F. Fomos todos nós que contribuímos para isso, uns mais, outros menos... e não se esqueçam só conseguimos adiantar os acontecimentos em 1.000 ou 2.000 anos, porque eles eram inevitáveis.
Mas fomos nós e o nosso progresso mal orientado, que conduzimos a tal.
Poderíamos ter já saído para o Espaço Sideral, ter ido à procura de outros Planetas, inclusivé Colonizá-los, mas preferimos matar a galinha dos ovos de ouro que são os recursos do nosso Planeta  e espalhar as entranhas poluíndo mortalmente o local onde comemos, vivemos, dormimos e convivemos.
Na verdade somos tanto capazes de ser bestiais, como simultaneamente somos capzes de ser bestas.
Somos capzes de fazer e de desfazer, mas, infelizmente o equilibrio aqui não abunda, e a parte do desfazer está a pesar cada vez mais, e a desiquilibrar assustadoramente os braços da balança.
Convenhamos e sejamos sinceros, só uma espécie estúpida, que não mede as consequências dos seus actos, que não tem um planeamento coerente com a vida do seu Planeta, é que faria o que nós estamos a fazer.
É que o mais irritante e parvo disto tudo é que ainda nos vangloriamos, e parece que andamos cegos, não vendo que a urgência da reversão da nossa atitude.
Mas tenham esperança, uma mensagem positiva fica disto tudo, é que como tudo é ciclico, continuemos a cantar a grande canção da Indiferença, pois daqui a Milhões de anos tudo voltará ao normal.
Sim, há que pensar positivo.
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A BRIGADA TENTA DEIXAR O PLANETA MELHOR DO QUE O ENCONTROU, MAS TEM A CONSIÊNCIA QUE ÀS VEZES É INCONSCIENTE...E TAMBÉM PREJUDICA.
  The Great Song Of Indifference
Bob Geldof
I don't mind if you go
I don't mind if you take it slow
I don't mind if you say yes or no
I don't mind at all
I don't care if you live or die
Couldn't care less if you laugh or cry
I don't mind if you crash or fly
I don't mind at all
I don't mind if you come or go
I don't mind if you say no
Couldn't care less, baby let it flow
'Cause I don't care at all
Na na na-na-na...
I don't care if you sink or swim
Lock me out or let me in
Where I'm going or where I've been
I don't mind at all
I don't mind if the government falls
Implements more futile laws
I don't care if the nation stalls
And I don't care at all
I don't care if they tear down trees
I don't feel the hotter breeze
Sink in dust in dying seas
And I don't care at all
Na na na-na-na...
I don't mind if culture crumbles
I don't mind if religion stumbles
I can't hear the speakers mumble
And I don't mind at all
I don't care if the third world fries
It's hotter there, I'm not surprised
Baby, I can watch whole nations die
And I don't care at all
I don't mind, I don't mind, I don't mind, I don't mind,
I don't mind, I don't mind
I don't mind at all
Na na na-na-na...
I don't mind about people's fears
Authority no longer hears
Send a social engineer
And I don't mind at all


quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

O Gabinete Sombra - O povo está instável como o TNT

Estamos saturados de vermos governos que governam para as elites.

Estamos fartos de governantes que estão ao serviço de multinacionais e vendem o páis às fatias.

Estamos pelos cabelos de ver que passados uns anos, estes políticos são acusados de terem lesado o país e de vermos que só um deles é que, até agora, é que foi preso.

O nosso país tem de ser moralizado.

Temos que acabar com a corrupção e aumentar a fiscalização.

Não, estamos armados em educadores do povo, tal como se intitulou o recentemente falecido Arnaldo Matos.

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Também não perfilhamos a ideologia do PCTP/MRPP, o que não invalida que não possuam algumas boas ideias, no meio de tantas que não concordamos, e isto aplica-se a todos os partidos do espectro político português.

Mas o facto é que precisamos de rever algumas regras, alguns procedimentos e os modos de fazer as coisas, isso não temos dúvida que o temos de fazer.

Vemos o circo a arder, e continuamos sentados a aplaudir os palhaços. NÃO! Isto não pode continuar assim.
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Temos de aprender, apreender e copiar os procedimentos e posturas dos povos nórdicos, em relação a esta matéria (sim porque noutras matérias são eles que têm de aprender connosco).

Tinham razão os Césares quando diziam "Pão e Circo" é o que o povo quer, e nós contínuamos a dar razão aos Césares, passados todos estes séculos..

Bom na parte que nos toca, nós não gostamos de circo e a maior parte do pão que hoje se vend, não tem qualidade e provoca-nos gases.

Por isso nem queremos um  ou o outro.

Temos de pensar no futuro, porque o passado já lá vai, e não podemos viver sob o manto diáfano dele.

Jà basta de corrupção, de deixar esvair o nosso dinheiro em direcção a Bancos que foram mal geridos, que fizeram opcções desastrosas, muitas vezes tomadas por políticos que sairam do governo e foram para as Direcções dos Bancos.

É por estas razões que apresentamos "O Nosso Programa e a Constituição do que será o nosso Governo."

Não , não queremos formar um partido, queremos somente moralizar, acabar com a corrupção, evitar ao máximo as más opcções, ter uma tomada de decisão mais consciente, mais acessível económicamente, ou seja que não nos carregue nos impostos, sem sequer vermos um retorno e que beneficie realmente o nosso povo e não meia dúzia de manda-chuva que estão a viver no estrangeiro e que para eles, não passamos mais do que um número.

Quando falamos em constituição, falamos em regras e quando falamos em cargosm, não queremos saber de nomes, mas sim a distribuição de ministérios, de procedimentos, da previsão do que serão os cargos de eleição e de nomeação, e também não esquecendo os orçamentos, enfim estamos a focar-nos no conteúdo e no substracto, e não na espuma dos dias.

Um parentesis, que mais à frente queremos abordar, para nós a Assembleia da República é o conjunto do Parlamento e do Senado. Sim defendemos que novamente a nossa democracia deve ser Bi-Cameral, assim quando falarmos de que tem de ser membro da Assembleia da República , pode ser um Deputado ou Senador.

 Então para nós será assim :


1.  Cargos de Nomeação, que são atribuídos ao Governo, à A.R. e ao P.R.

   Quais são esses cargos?


Aqui temos de começar por afirmar o óbvio.

Somos Uma República Democrática.

Como tal, não existem cargos vitalícios.

Nós repetimos não existem cargos VITALÍCIOS


Também não existem cargos cujos titulares são Inamovíveis.


O facto de serem eleitos ou nomeados, confere-lhes o dever de informação, isenção e de serem como a mulher de César, não podem só ser sérios também tem de o parecer.


Além disso, os cargos não são vitalícios e também não têm um destinatário fixo, em DEMOCRACIA, não existe o salvador da pátria, que é idolaterado e inamovível. Todos, os que temos competÊncias, temos o direito a ocupar cargos públicos, candidatamo-nos e depois aguardamos o veredicto.

Mas não podemos esquecer de um princípio fundamental: É que todos os que se candidatam a ocupar cargos públicos, têm de ser todos, MAS TODOS, Escrutinados.

Não podemos continuar a ser governados por quem é escolhido por um terceiro, todos têm de ser sujeitos a eleição.

Tem de existir responsabilidade, ética republicana, tem de existir uma “autorização prévia”, dada por todos nós ou conferida a um grupo eleito por nós, que por nós escolha para nomear alguém que possa, em nome de todos, governar.

Assim sendo, e tendo nós o sistema de partidos, os partidos políticos quando fazem as escolhas de candidatos, têm de fazer uma escolha criteriosa e cuidada dos candidatos, e mais, tem de abrir essa primeira escolha, a escolha prévia, à sociedade, ou seja têm de fazer as primárias.

Porquê? Perguntais vós.

Porque temos de conhecer quem nos vai governar, tem de haver escrutínio, temos de conhecer as suas ideias, temos de os obrigar a assumir compromissos, saber qual a sua linha de pensamento.


Acresce que se escolhemos deputados através do nosso voto, esse voto tem de ser colocado na urna com a maior consciência possível, com o máximo de informação.



É por isso que neste nosso programa, defendemos que o ideal é que os futuros membros do Governos devem sair da Assembleia da República, ou seja dos elementos eleitos, especificando mais devem ser  Membros da Assembleia da República.


Temos de evitar a escolha aleatória de um qualquer Primeiro-Ministro pós-eleições.


O que acontece neste momento, é que em teoria, o único membro do governo a ocupar um cargo ministerial que sai da Assembleia da República é o Primeiro-Ministro, e, mesmo assim, não é linear que o seja, se atentarmos bem a Constituição da República.


Esta é a primeira medida:

TODO E QUALQUER MEMBRO DO GOVERNO, TEM DE SER ELEITO PARA A ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA.

Pois é a garantia de que foi votado, escrutinado, e tem um mandato autorizado pela nação.

Neste momento a fidelidade de qualquer membro do governo, devem-na ao Primeiro-Ministro, e o Primeiro-Ministro deve-a à Assembleia da República e ao Presidente da República(PR).

É que termos a governar, mimistros que nem sequer foram sujeitos a escrutíneo, não faz sentido, e altera as lealdades, eles são leais para com o Priemiro-Ministro e não para o Povo Português, pois quem os indicou foi o Primeiro-Ministro e não nós, os eleitores, que rectificámos a escolha do Primeir-Ministro.


Este paradigma tem de ser alterado, os membros do Governo devem fidelidade a quem os elegeu, e por isso devem ser da Assembleia da República e de lá devem sair para constituir o Governo depois de terem sido escolhidos pelo Primeiro-Ministro. 

Assim sendo só podem ir para o governo cidadãos que se sujeitaram ao escrutínio.


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Isto implica como já se disse acima, que a escolha da lista de candidatos a deputados se faça mais cuidadamente, pois que um líder de um partido, não quer inaptos a governar consigo, nem o povo...

Obriga também os partidos a chegar a compromissos com individualidades caso queira ter um governo credível caso não existam em determinadas áreas cidadãos capazes de governar determinada área dentro do seu partido.

Esta é a primeira medida, Todo o Governo Deve Submissão à Nação PONTO FINAL.

O Primeiro-Ministro só pode indicar cidadãos para fazerem parte do Governo, cidadãos que tenham sido eleitos.

Antes de serem nomeados, os cidadãos escolhidos pelo Primeiro-Ministro (PM) devem sujeitar-se ao dupo crivo da Assembleia da República, sendo entrevistados, conforme acontece nos EUA.

Estas é a primeira das medidas que a Brigada Propõe para um Portugal Melhor.

A BRIGADA GOSTA DE EXPLOSÕES MAS SÓ AS DOS FOGOS DE ARTÍFICIO...

sábado, 5 de maio de 2018

Os Podres Poderes

A importância de se chamar Ernesto de Oscar Wilde, teve a sua estreia em 14 de fevereiro de 1895, em Londres, e é uma comédia farsesca na qual os protagonistas mantêm "personagens" fictícias para escapar de suas obrigações sociais.

Ora é disso mesmo que nós queremos falar, de obrigaões sociais, morais e legitimas para a Sociedade.

Notemos bem que nós não falámos de legais, e não falámos de legais, não por embirração ou um fetiche qualquer mas porque básicamente não se pode confiar em quem legisla.

Sim, também é disso que se trata, da desconfiança profunda das instituições tripartidas do Estado, quer sejam elas da República ou da Monarquia, que não se confundam os defensores de ambos os lados, está podre o Sistema que sustenta a governança, e o pior é que não se vislumbra qualquer resposta eficaz, credível, aceitável, legitima, legal, moral, equilibrada e socialmente aceite.

Não se pode confiar nos governos que, como já vimos, o se deixam corremper ou obrigam a que sejam corrompidos, ou orientam de modo chorudo as suas contas bancárias ou garantem um "emprego" bem remunerado depois da saída dos cargos públicos, resumindo o governo é um maná para quem lá passa.

É olharmos para os inúmeros políticos, Ex-Ministros, Ex-Secretários de Estado, Ex-Primeiro-Ministros, Ex-Autarcas, que estão sob o olhar da Justiça e com processos crime abertos a decorrer?

Não é só triste para o PS, PSD, CDS-PP, BE ou PCP, ver correligionários seus ou sob as suas ordens, serem detidos e julgados em praça pública por acções ou omissões, por decisões ou não decisões tomadas durante o período dos seus mandatos, é, também confrangedor (e revelador aqui para nós) para todo um povo que os elegeu, ou, que não indo às urnas, permitiu que eles fossem eleitos.

Precisemos melhor a última observação, quem se abstem de ir votar, perante os cenários que lhe são apresentados, não é culpado, obviamente de se abster, porque escolher entre o mau e o menos mau, não é, dizemos nós, um critério aceitável. Mas, e apesar disso, não deixam os cidadãos que se abstêm de votar de ter uma parte da culpa. Quanto a nós também têm culpa, pois abstêm-se de participar e/ou fundar movimentos /partidos políticos que sejam alternativa a estes que neste momento estão no Parlamento. 

Outra ressalva que nós gostávamos de fazer, é o não podermos julgar pela mesma bitola, todos os que militam e estão nos diversos partidos, têm cada um objectivos diferentes e sabemos que existem alguns que têm excelentes ideias e intenções, mas, as máquinas partidárias, o chamado aparelho do partido com a sua lógica maniqueísta ou cilindra-os ou os ignora ou faz de tudo para os descredibilizar quanto à relevância das suas ideias ou estratégias.

Os Partidos deixaram de ter obrigações sociais para passarem a ter obigações coorporativas, e quando assim é beneficiam só alguns e a todos prejudicam.

O povo tudo sabe e o povo tudo cala, e finge-se admirado quando as coisas acontecem. Já era da voz do povo que existia em Portugal um "DDT", que era ele que punha e dispunha, que era impoluto, etc... entretanto algo se passou e ou veio um peixe maior ( à sempre um peixe maior) ou alguém não seguiu à risca o guião, e o DDT começou a er julgado pela Justiça.

Mas, o mais grave é que se descobriu  (ainda só uma parte, a inferição é nossa) que o DDT, além de comandar, impunha que um seu "testa de ferro" fizesse parte do Governo, sem despudor...Quanto a nós esta foi a machadada final para a credibilidade dos políticos, ou melhor dizendo e precisando dos vendilhões da política...pois político foi CICINATO, esse sim digno desse nome, os outros são meros vendilhões e vendidos.

Estão a contas com a Justiça, mas até a Justiça devia ir a contas.

Este é outro elemento da tripartição do Estado, o poder judicial. E este poder também não está impoluto, e tenta impor regras que ele não cumpre.

Um desembargador que vendia sentenças, uma juíza que mandava fazer sentenças, um procurador que estava vendido ao Estado Angolano e ao DDT, aqueles juízes do norte que nas suas sentenças se baseiam exemplificando com os códigos do Século XIX relegando a Mulher para um papel subalterno ou secundário, os juízes que recebem subsídio de renda com moradas em que não habitam, os juízes que se divorciaram de juízas, e que continuam juntos, só para poderem receber subsídios em duplicado, etc...

Todos estes exemplos, são alarmes que nos indicam que precisamos de "Juízes de Fora" para colocar isto nos eixos.

A parte restante da Tripartição do Estado, a que devia ser a casa da Democracia, onde estão os deputados da nação, os representantes eleitos directamente pelo povo, também não está fora desta equação dos "podres poderes".

Quando um conjunto de pessoas eleitas faz leis para legitimar acções moralmente reprováveis e socialmente absurdas, e em benefício próprio, perguntamos porque é que os colocámos lá?


Deputados que são advogados e vão para o parlamento fazer leis à medida, deputados que dão moradas  de fim de semana para receberem ajudas de custo que deviam ser indevidas, deputados que não vão ao parlamento e justificam com trabalho político, deputados que são fiéis ao partido e não às gentes que os elegeu, são deputados que são fieis ao coorporativismo e não a uma nação ou à ideia de fazer o bem a essa nação.

Temos ainda os autarcas, que já começaram a ser investigados, dos atropelos que têm andado a fazer nas autarquias, beneficiando alguns a troco de benesses. Alteram o PDM, passam para o domínio privado o que é público a preços irrisórios,  fazem Empresas Municipais para colocarem os amigos invocando que são uma mais valia para o município, e passados una naos extintas por decreto porque só dão prejuízo.

E referimos as estratégias de preparação das garantias do futuro, traduzidas nas nomeações dos amigos para lugares estratégicos, como empresas públicas que mais tarde serão ou foram privatizadas e que os vão receber, com salários chorudos após deixarem os lugares que ocuparam no Governo, como Deputados ou Vereadores.

E é disto que estamos a falar, é que nada disto é ilegal... pudera são os próprios a fazer as leis que os protegem, ficando de fora sempre as obrigaões sociais, morais e legitimas para a Sociedade.

A importância de se chamar Ernesto, ou Sócrates, ou Pinho, ou Portas, ou Isaltino de Morais, ou Dias Loureiro ou outro qualquer que foi endeusado no seu próprio partido, e que tudo lhe era permitido, e que muitos fechavam os olhos ou assobiavam para o lado, ou que os YES MAN, não deixavam nas reuniões niguém abrir a boca, para dar uma ilusão de unanimidade, ou que no governo para manter os cargos de Ministro, ou na Assembleia para não perderem o lugar de Deputado ou nas reuniões de Câmara para não lhe serem retirados os pelouros que tinham como vereador, nada disseram ou a tudo disseram sim ou pior ainda participaram activamente neste tipo de esquema.

Este tipo de acontecimentos só existe, porque os cidadãos de bem estão calados, não têm uma atitude activa ou pro-activa, e permitem que tudo aconteça.

Está na hora de nos indignarmos, MESMO CONTRA OS NOSSOS PRÓPRIOS PARTIDOS.

A BRIGADA SEMPRE TEVE UMA ATITUDE PRO-ACTIVA, E NÃO ENFIOU MUITOS DOS  BARRETES QUE ANDARAM PARA AÍ A DISTRIBUIR....

Podres Poderes

Caetano Veloso




Enquanto os homens exercem
Seus podres poderes
Motos e fuscas avançam
Os sinais vermelhos
E perdem os verdes
Somos uns boçais
Queria querer gritar
Setecentas mil vezes
Como são lindos
Como são lindos os burgueses
E os japoneses
Mas tudo é muito mais
Será que nunca faremos senão confirmar
A incompetência da América católica
Que sempre precisará de ridículos tiranos
Será, será, que será?
Que será, que será?
Será que esta minha estúpida retórica
Terá que soar, terá que se ouvir
Por mais zil anos
Enquanto os homens exercem
Seus podres poderes
Índios e padres e bichas
Negros e mulheres
E adolescentes
Fazem o carnavalQueria querer cantar afinado com eles
Silenciar em respeito ao seu transe num êxtase
Ser indecente
Mas tudo é muito mau
Ou então cada paisano e cada capataz
Com sua burrice fará jorrar sangue demais
Nos pantanais, nas cidades
Caatingas e nos gerais
Será que apenas os hermetismos pascoais
E os tons, os mil tons
Seus sons e seus dons geniais
Nos salvam, nos salvarão
Dessas trevas e nada mais
Enquanto os homens exercem
Seus podres poderes
Morrer e matar de fome
De raiva e de sede
São tantas vezes
Gestos naturais
Eu quero aproximar o meu cantar vagabundo
Daqueles que velam pela alegria do mundo
Indo e mais fundo
Tins e bens e tais
Será que nunca faremos senão confirmar
Na incompetência da América católica
Que sempre precisará de ridículos tiranos
Será, será, que será?
Que será, que será?
Será que essa minha estúpida retórica
Terá que soar, terá que se ouvir
Por mais zil anos
Ou então cada paisano e cada capataz
Com sua burrice fará jorrar sangue demais
Nos pantanais, nas cidades
Caatingas e nos gerais
Será que apenas
Os hermetismos pascoais
E os tons, os mil tons
Seus sons e seus dons geniais
Nos salvam, nos salvarão
Dessas trevas e nada mais
Enquanto os homens
Exercem seus podres poderes
Morrer e matar de fome
De raiva e de sede
São tantas vezes
Gestos naturais
Eu quero aproximar
O meu cantar vagabundo
Daqueles que velam
Pela alegria do mundo
Indo mais fundo
Tins e bens e tais!
Indo mais fundo
Tins e bens e tais!
Indo mais fundo
Tins e bens e tais!






quarta-feira, 21 de março de 2018

PORQUE HOJE CHEGOU A PRIMAVERA

Virá um dia em que a matança de um animal será considerada crime tanto quanto o assassinato de um homem."(Leonardo Da Vinci).

"Haverá um dia no qual o "homem" conhecerá o íntimo dos "animais", e neste dia, um crime contra um animal será considerado um crime contra a "humanidade"! (Leonardo Da Vinci).

Caros Bloguistas Militantes,
Quero desejar a todos um EXCELENTE Equinócio da Primavera!

Hoje comemoramos o dia em que é o Princípio da Vida, depois dos dias de Inverno.

O Planeta TERRA renasce.

Hoje é o dia da Árvore, por isso, devemos dar mais atenção ao Planeta de todos nós.

Já que parece que ninguém lhe deu a devida atenção.

Será a Primeira primavera depois de milhares de anos, que estamos sem um Macho de Rinoceronte Branco, só sobram duas fêmeas, mas como diz o cientista no Jurássico Parque, a natureza encontra sempre um caminho.

Milhares de espécies desapareceram, umas devido à evolução natural das espécies,  mas ultimamente devido à estupidez e cupidez Humanas.

A nossa espécie é definitivamente a mais prejudicial para este Planeta, que se quer belo e tranquilo e cheio de vida.

É por isso que nesta Primavera a nossa consciência ambiental tem de se levantar contra a apatia reinante.

Como dizia John Milton, no livro "Paraíso Perdido"-"Não acuses a natureza, pois ela fez a sua parte. Agora faz tua a tua.".

Estamos preocupados, andamos todos preocupados, sentimos que os anos e os séculos passaram pela Terra e o ecossistema, que esta, em si, encerra, está a entrar em entropia.

É certo que tudo tem um princípio e um fim, mas tem de ser na nossa ERA?

É verdade que as nossas atitudes ou omissões como Humanos, tudo o que nós fizemos na Terra acelera a degradação, e muito do que está a acontecer a nós Humanos se deve, mas tem de ser na nossa ERA que isto dá o estoiro?

Esperamos que não, e quando der, que seja de causas naturais e após milhões de anos, após o nosso Sol esgotar a sua energia.   Esperamos também que já tenhamos descoberto formas de colonizar planetas noutras galáxias e que a Humanidade seja mais natural e civilizada, e esteja em harmonia com tudo o que a rodeia.

Agora andamos preocupados... e espero que não sejamos no futuro acusados de nada ter feito... isso causa-nos angústia e desespero...

Como explicar tamanha estupidez, como explicar que a nossa omissão foi induzida, como explicar que não tivemos consciência, apesar de estarmos evoluídos (ou pensarmos que estávamos)?

É bem verdade o que alguém (que não sei precisar quem) escreveu "sopram no iogurte os que se queimaram na sopa"- Pois assim estamos nós.

Ficarmos parados de braços cruzados, porque sempre foi assim e sempre há-de ser, não é uma atitude de um ser humano pensante...

Dizia um amigo nosso:

"Não evoluímos espiritualmente desde o tempo dos antigos Gregos", vejo todas as armas nucleares e toda a tecnologia que já conseguimos evoluir, mas intelectualmente ainda estamos no séc. V A.C.

Um premiado de ficção científica escreveu

"No fim , há um limite para os ensinamentos dos pais(...) . Para lá desse limite, o destino dos filhos está nas suas próprias mãos." David Brin, A guerra da Elevação, vol II, Europa América, pag.99.

O nosso destino está nas nossas mãos e não na divina providência... antes estivesse...

Nós, Humanos, comportamo-nos como autenticas bestas com o nosso meio ambiente.

Andamos a trair quem nos acolheu no seu seio, andamos a morder a mão a quem nos dá de comer...

David Brin, no livro "A guerra da Elevação", que já citámos, escreveu o seguinte
"Ora- respondeu o chim , encolhendo os ombros.-Que importância tem a traição e o ataque a um patrono? Tudo faz parte do meu dia de trabalho." vol II, Europa América, pag192. CHIM=CHIMPAZÉ, PATRONO= RAÇA QUE O ELEVOU A SENCIENCIA.

Pois é embrenhados nas nossas vidinhas, perdemos a capacidade de ver o global e as nossas pequenas "traições" desrespeitam tudo e todos, e dizem respeito a tudo e a todos; mas como diz o chimpanzé no livro citado "tudo faz parte do meu dia de trabalho".

Dando realce à mensagem que David Brin deixou no livro atrás citado e que nos tocou bastante.
Quem disser que os livros não nos mudam as perspectivas, está enganado, redondamente enganado e nós já no pós-fácio do livro mudámos as nossas ideias, as nossas perspectivas e começamos a mudar as nossas atitudes...

Mas será o suficiente?

Não somos, não queremos, nem pretendemos ser envagelizadores, mas estas palavras dever-nos-iam fazer reflectir e repensar as nossas prespectivas e atitudes:
"Primeiro receámos as outras criaturas que partilhavam a terra connosco.Depois, quando o nosso poder aumentou, pensámos nelas como sendo nossa propriedade, uma propriedade de que poderíamos dispor como nos apetecesse. A falácia mais recente (bastante simpática, em comparação) é a de jogar na ideia que os animais são virtuosos na sua naturalidade e que só a humanidade é louca, viciosa, rapace e diabólica, um verdadeiro cancro maligno da criação. Este ponto de vista afirma que a Terra e todas as suas criaturas estariam muito melhor sem nós.Só ultimamente começámos a seguir um quarto caminho, uma nova maneira de olhar para o mundo e para o lugar que nele ocupamos. Um novo ponto de vista sobre a vida. Poderemos ter evoluído, mas devemos perguntar a nós próprios se não seremos iguais aos outros mamíferos, sob muitos aspectos. Não podemos tirar lições daquilo em que somos semelhantes? As diferenças não nos podem também ensinar qualquer coisa?Assassínio e violação, as mais trágicas formas de doença mental... encontramo-las agora também entre os animais, tal como em nós. O aumento do poder cerebral só exagera o horror dessas nossas disfunções, mas não é a sua causa. A causa é a escuridão em que temos vivido. É a ignorância.Não temos de nos encarar como monstros para propagarmos ou ensinarmos uma ética do ambientalismo. Hoje sabemos bastante bem que a nossa própria sobrevivência depende da manutenção de complexas redes ecológicas e da diversidade genética. Se destruir-mos a Natureza... morreremos.No entanto, há mais razões para protegermos as outras espécies, entre as quais uma que raramente- ou nunca - é mencionada. Talvez sejamos os primeiros com a capacidade de falar, de pensar, de construir e ambicionar, mas podemos não ser os últimos.Outros poderão seguir-nos nessa aventura.Talvez um dia venhamos a ser julgados quanto ao modo como desempenhámos o nosso papel quando éramos os únicos guardiões da Terra." - David Brin, in "a guerra da elevação-vol II", no pós-escrito, pag.311, ano 1987.
Pensem nisto, reflictam e ajam em consonância.
BOM Equinócio para TODOS!

Letra Carlos Alberto Moniz
Vamos fazer amigos entre os animais
Que amigos destes não são demais na vida
Que vêm aqui mostrar
Que têm uma família como eu e tu

Só que esta mora numa outra casa
Que se chama (Digam!)
Arca de Noé!
Vamos lá ver como é
Arca de Noé
Há animais que falam como nós
Como eu e tu
Há animais que falam como nós
Como eu e tu
ELE HÁ CARGAS FANTÁSTICAS, NÃO HÁ? A BRIGADA LUTA POR UM PLANETA DE TODOS, BOM EQUINÓCIO.

terça-feira, 13 de março de 2018

Oh IVA....IVA ...Badajoz à vista.


O IVA

Na União europeia a tabela máxima do IVA é a seguinte para
os diversos países.
§  Hungria – 27%
§  Dinamarca, Suécia – 25%
§  Roménia – 24%
§  Grécia, Irlanda, Polónia, Portugal e Finlândia – 23%
§  Bélgica, Espanha, Itália, Letónia, Lituânia – 21%
§  Bulgária, República Checa, Estónia, Áustria, Eslovénia, Eslováquia, Reino Unido – 20%
§  França – 19,6%
§  Alemanha, Holanda – 19%
§  Malta – 18%
§  Chipre – 17%
§  Luxemburgo – 15%
Estes são os valores da taxa normal de IVA nos países da
União Europeia.
Alguns países possuem mais do que uma taxa de IVA
(como a Irlanda,
com quatro taxas diferentes).


Portugal coloca-se assim na 4ª posição das taxas de IVA mais altas da União Europeia,
com uma taxa normal de IVA de 23%.
Em primeiro lugar está a Hungria, com o IVA mais elevado no espaço
comunitário europeu (27%), enquanto em
último lugar (a taxa mais reduzida)
está o Luxemburgo (17%). 

Não existe uma uniformidade nas tabelas de impostos indiretos na Europa.

Bom, verdade seja dita, não existe também uniformidade nos salários.

Se quisermos aprofundar mais, tirando a Moeda Única,
quase tudo o resto é disforme.

Na EU/UE o que é uniforme são as regras para tudo
o resto, não fossem os Alemães
a mandar nisto tudo, claro está.

As regras têm de ser iguais, dinheiro que é bom,
e nós gostamos, tá quieto,
não há uniformidade para ninguém.

Ou seja, na União Europeia, cumpres as regras
pagas e não bufas.

Vem pela tabela máxima do IVA, a diferença
entre comprar no Luxemburgo
e na Hungria, esta é enorme.

Mas as regras que têm de cumprir em termos
de SHST e outras, são as mesmas.

Não é assim que se constrói uma União,
aliás indo por este caminho só vamos
rumo à desunião.

Não foi esta a Europa pensada e gizada
por Konrad Adenauer, Joseph Bech,
Johan Willem Beyen, Winston Churchill,
Alcide De Gasperi, Walter Hallstein,
Sicco Mansholt, Jean Monnet e Robert Schuman,
no tempo em que havia pensadores e políticos a sério.

Agora que só temos lacaios das multinacionais,
que pensam primeiro no seu bolso antes de
pensar numa união de povos, caminhamos de
uma União Europeia para uma Indefinição Europeia.

A história repete-se com protagonistas diferentes,
os cenários são diferentes as circunstâncias são
diferentes, mas o fim vai ser o mesmo,
e a história está-se a repetir.

Nós somos europeísta, nós somos mais que isso, somos mundialistas, convictos que é passo a passo que conseguimos essa união de povos, que dará ao planeta Terra finalmente um bem comum da humanidade, o prosseguir com políticas que façam com que a Humanidade vá mais além e consiga explorar no Espaço novos Planetas, o expandir da Colónia Terrestre, o assegurar o futuro da Humanidade conquistando e colonizando pacificamente outros Planetas.

Passo a passo, e nesses pequenos passos, o convergir para a igualdade de tratamento, entre povos, é essencial.

E, esta questão do IVA, e dos impostos europeus, que estão associados a esta ideia, tem de ser equacionada, e todos os povos que fazem parte da União Europeia, tem de ter a mesma carga de impostos interna, os salários mínimos tem de ser iguais, tem de existir um denominador mínimo comum, para que, então sim, se possam exigir regras comuns.

Mas, mesmo essas regras comuns, tem de ser adaptadas aos usos e costumes dos povos locais. Os alemães não podem impor regras, como se a Europa toda fosse uma Alemanha. Isto não é o 4º REICH, e cada país tem o seu clima, as suas especificidades, as suas coisas boas e as suas coisas menos boas, e há-que adaptar essas regras a essas idiossincrasias.

Sim, uniformização em termos de taxas e impostas, sim em termos de salários mínimos e condições de trabalho, e de regras gerais por todos aceites, não, obviamente que não em tudo o que tem de a uma uniformização do politicamente correto.

Há que respeitar as tradições, sermos iguais nas diversidades, somos europeus, temos uma raiz comum, e o respeito por essa raiz filosófica, antropológica, histórica é preciso ser respeitada.

As taxas, os impostos, algo já muito antigo e que consideramos de sempre desde que apareceu a moeda e governantes, têm de ser primeiramente justos, uniformes e as suas receitas aplicadas sempre para o bem comum.

Hoje vimos uma reportagem de alguém que faz as compras pela Internet, e que adquire comida para animais em Espanha, porque lá o IVA é mais baixo e os produtos mais baratos, mesmo mandando vir de outro país.

Mas isto faz algum sentido?

Não , não faz. É verdade que temos livre circulação de pessoas e bens, mas estar a prejudicar a riqueza da sua região comprando noutro país/região, quando esse produto se vende lá, mas vamos comprar a outro país porque os impostos são mais acessíveis, não faz sentido.

Não estamos a dizer que não se comprem coisas em Espanha, pois existem produtos em França, Espanha, Alemanha etc… que não existem em Portugal, o que estamos a dizer é que a discrepância entre taxações, que faz com que se comprem produtos mais longe “do que a mercearia da esquina” não tem razão de ser.

É o desincentivar da produção nacional (seja de que país for, falo de Portugal mas o mesmo se aplica à Hungria, Grécia etc…), o verificar que um povo que é taxado acima dos outros, quando as condições deveriam ser iguais, é no mínimo afastar esse povo da União pretendida para a Europa.    

É o estar a promover a concorrência desleal, concorrência de e entre Estados através dos impostos, tu compras um produto em determinado país da União, não porque ele é mais barato, pois o comerciante abdicou da margem de lucro, mas porque apesar de ser o mesmo preço  o produto fica mais barato porque a taxação de impostos é mais baixa, e logo compensa ir comprar ao estrangeiro de dentro ( leia-se mercado interno da União).

É o introduzir uma concorrência desleal por parte dos Estados, é o promover da desunião europeia. Fazia e faz sentido em relação aos países extra comunitários, mas não quanto aos intra comunitários.

Quando olhamos para os salários dos Portugueses e dos Gregos, e se junta o nível de taxação, e olhamos para a Suécia ou para a Alemanha, e vemos os salários e o nível de taxação deles, a conclusão é bem óbvia: Aos Suecos e os Alemães sobra-lhes salário no final do mês, e aos Portugueses e Gregos sobra-lhes mês no final do salário.

É por causa destas e de outras que construímos desunião e aprofundamos o fosso Norte-Sul e Este-Oeste.

Deixámos de ter pensadores e passámos a ter lacaios das multinacionais americanas e outras fora da União, e esses não querem nem nunca quiseram uma União Europeia forte, e nós estamos a fazer-lhes a vontade.

Assim os Portugueses continuam a ter a postura, OH IVA! OH IVA! BADAJOZ À VISTA.


Portugal na CEE - GNR


Na rádio, na TV

nos jornais, quem não lê

Portugal e a CEE

Quanto mais se fala menos se vê

eu já estou farto e quero ver

Quero ver Portugal na CEE

Quero ver Portugal na CEE


À boleia, pela rua

lá vou eu ao mercado comum

mal lá cheguei, vi o boss

tinha cunhas, foi o que me valeu

perguntei-lhe "Qual era a tua ò meu ?"


Quero ver Portugal na CEE

Quero ver Portugal na CEE


Quero ver Portugal na CEE

Quero ver Portugal na CEE


E agora, que já lá estamos

vamos ter tudo aquilo que desejamos

um PA p'ras vozes e uma Fender

Oh boy, é tão bom estar na CEE


Quero ver Portugal na CEE

Quero ver portugal na CEE ...


A BRIGADA É EUROPEÍSTA, MAS NUMA EUROPA COM IGUALDADE DE OPORTUNIDADES

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

A nota de e3uro e a tabela de preços


Desde a implementação do Euro, que todos os Europeus, se queixam que desde que mudámos para o Euro, para uma moeda forte, isso fo benéfico para a Economia de exportação, mas a nível interno, todos se queixam que o dinheiro parece mais caro, tudo aumentou de preço, e que com o mesmo salário se compra menos.

Quando nós dizemos todos os europeus dizem, são mesmo todos os europeus (sejam eles alemães, franceses, polacos, portugueses, irlandeses, espanhóis, ingleses, belgas, malteses, gregos, etc...),e todos eles se queixam de que os salários ficaram iguais e os preços aumentaram.

TODOS SEM EXCEPÇÃO.

Ou seja, houve algo de profundamente errado na mudança para o Euro.


Esclarecemos, antes do mais, que estamos a favor da mudança, e que esta foi importante par aa Europa, mas será que o foi para os Europeus?

Quais os factores que contribuíram e contribuem, para que a quase totalidade dos europeus esteja descontente com o euro?

Será que os povos têm intrínseca e realmente razão quando produzem as acusações que tudo está mais caro e que têm menos dinheiro?
Será que ainda não nos conseguimos adaptar à nova moeda, passados tantos anos?
Será que este não foi um passo político-económico dado cedo de mais?
Será que o euro não vale mesmo nada?
Será que houve abuso dos agentes económicos na subida do preço dos bens de consumo e uma omissão dos governos no seu papel fiscalizador?
Ou será que terá sido um pouco de tudo?


É certo que esta moeda, veio facilitar as trocas comerciais internas, quem quiser viajar na União, quase que não necessita de trocar moeda, as trasações são sempre na mesma moeda, quer se viaje para a Alemanha, Portugal, França, Itália etc... por aqui tudo óptimo, mas não e´disto que os europeus se queixam.

Os Europeus queixam-se das consequências de uma má política de implementação do Euro, da visão neo-liberalista dos Eurocratas, esses funcionários públicos que estão na UE, que, sabemos nós, alguns não os queriam no países de origem e deram-lhes um pontapé pelas escadas acima para exercerem cargos de funcionários públicos na UE.

Esses funcionários públicos que não devem nada à imaginação e criatividade, são conjuntamente com políticos de pacotilha, que não sabem nada da realidade europeia, e muitos nem da realidade do seu país sabem, que dirigem os nossos destinos, e que nos impuseram as leis do Euro, tal qual elas estão neste momento.

Foi numa realidade desfasada e distorcida, que este Funcionários Eurocratas, nos impuseram as leis do Euro.


Os políticos e os agentes dos bancos centrais nacionais, assim como as entidades reguladoras e fiscalizadoras dos Estados, não tiveram em linha de conta (ou se tiveram ignoraram aquilo que demais era evidente aos olhos de todos), aquilo que é um princípio mais que evidente :

“MOEDA NOVA, PREÇOS NOVOS”. Era evidente que os agentes económicos iriam proceder desta maneira, ou seja aumentar os preços, ainda mais , quando não houve uma imposição de regulação de preços.

Os arredondamentos foram efectuados, sempre para cima, era inevitável que isso acontecesse, principalmente com a ausência de fiscalização, e com a visão económico-política, que é estúpida dizendo, não se preocupem que “Os mercados auto-regulam-se”.

Como sabemos os mercados apanharam-se em roda livre, e fizeram o que quiseram e ainda fazem.


Acresce ainda que perante a questão monetária, entrou a psicologia, agravada com esta a falta de visão dos economistas e/ou dos tecnocratas que fizeram o Euro.

Estes agentes induziram-nos colectivamente, consciente ou inconscientemente (quer tenha sido por falta de orientação superior correcta, quer por sua iniciativa), que agora éramos ricos e que podíamos gastar/esbanjar a nova moeda.


É também por esta razão que todos os europeus se queixam, que quando mudaram das suas moedas para o Euro, o ajustamento de preços foi sempre a arredondar para cima e muitas vezes a ajustar para a moeda base, o Euro.

E nós, o povo, até conseguirmos aprender e apreender que essa indução, que os políticos e os Eurocratas nos impuseram, é FALACIOSA, VAI SER LONGO O PERCURSO..... e curta vai ser a nossa carteira.

Por exemplo

Portugal para se comprar 1.00 € tivemos de gastar  200,483 Escudos
Na Alemanha para o mesmo euro eles gastavam 1,9559 Marcos
Na França para um euro eles gastavam 6,56 Francos
Na Espanha  para se comprar um euro ele s gastam 166,399 Pesetas.



Quando os comerciantes fizeram os ajustes de preços, subiram os mesmos para o valor das moedas existentes, ou seja, 0,50 cêntimos ou 1, 00 Euro.

Isto equivale a dizer, que os preços que se situavam em Portugal a 100 escudos ou menos passaram para 0,50 cêntimos e os preços que se situavam entre 100 e 200 escudos passou para um euro.

Equivale o mesmo para dizer que na Alemanha, os preços que estavam a 1 marco ou abaixo disso passou para 1 Euro, e os preços que estavam entre 1 marco e 2 marcos passou para 1 euro.

O mesmo para a França, os preços que estavam a 3,30 francos ou abaixo disso passaram para 0,50 cêntimos, e os que estavam entre 3.30  e 7 francos passaram para 1 euro.

Para a Espanha os preços que estavam a 83 pesetas ou abaixo disso passaram para 0,50 cêntimos, e os que estavam entre 83 e 166 pesetas passaram para 1 euro.

Quer isto dizer que a unidade passou a estar mais valorizada, tendo os preços subido, e os salários mantiveram-se apesar da valorização da unidade, acresce que todos os preços daí para a frente tiveram a unidade como base, que, como podemos ver, em Portugal equivale a 200 unidades, em Espanha a 166 Unidades, França a 7 unidades e Alemanha a 2 unidades.

Como é fácil de constatar os preços em toda a Europa subiram, claro que mais para uns que para outros, mas o que importa em Tese é que todos os preços subiram (raros os que baixaram), em todos os países europeus, os salários mantiveram-se e não acompanharam o euro, o que equivale a dizer que o aumento dos preços, que todos falam eufemisticamente em ajustes,  foi sentido pelo trabalhador Europeu duplamente, ou seja via salário que ficou igual e via aumento do custo dos produtos.

O que aconteceu, é que só houve um ajuste na moeda, nada contribuíu para que o preço dos produtos aumentassem, não houve razão, houve sim DESNORTE, FALTA DE VISÃO, NÃO ADEQUAÇÃO DAS REGRAS A UMA NOVA MOEDA.



Resultados TODOS OS EUROPEUS SE QUEIXAM, com razão, pois aumentaram-lhes os preços, as companhias estão a ter mais lucros, e os salários continuam iguais.

Não houve o cuidado do Estado Europeu (Sim porque nós temos um Estado Europeu, NÃO QUEREMOS É CHAMAR-LHE ISSO), dos seus políticos e dos seus funcionários, de precaver este aumento de preços.

E como a maior parte dos povos, não falam entre si sobre estes assuntos, preferem discutir futebol, artes trivialidades e não economia, ainda ninguém deu por isso, que está toda a União Europeia a queixar-se de Norte a Sul de Este a Oeste, desde 2002, que houve uma subida generalizada de preços.

Então como é que  para os “donos do euro” , esse Euro nos seus bolsos esvai-se com uma velocidade vertiginosa, o que se passa?
Qual a razão deste fenómeno?

O factor psicológico, é aqui determinante, e afecta a maioria dos seres Humanos que lidam com dinheiro, e que advém de termos uma nota ou uma moeda no bolso.

A diferença de atitude para a maior parte das pessoas é grande, uma moeda pesa, e uma nota não, ou seja a maior parte das pessoas quando paga com moedas tende a não receber troco, enquanto se tiver de pagar com uma nota, já pede o troco.

Como dizia o Tio Patinhas, "De tostão em tostão se chega ao milhão", e ao não se querer troco de  1, de 5 ou 10 cêntimos, o dinheiro vai-se esvaindo, e isso aliado ao aumento de preços agrava a nossa falta de dinheiro.



Mas, a verdade é que com um pouco mais de trabalho de casa poderiamos ter poupado milhares ou milhões de Euros às famílias europeias. E poderíamos ter jogado ao nível psicológico, mesmo indirectamtente.

Porque psicológicamente?
Porque, e não se sabe a razão, só sabemos que ela existe, o Papel-Moeda para nós cidadão tem mais valor que as moedas metálicas, ou seja, um cidadão desfaz-se mais facilmente da moeda metálica do que do papel-moeda.

Quando temos na mão papel-moeda, e temos de efectuar um qualquer pagamento para uma quantia não certa, é usual ficarmos sempre à espera de troco, mas se fizermos o pagamento com moedas (talvez por pesarem no bolso) temos maioritariamente a tendência de não ficarmos à espera de receber troco, nem ligar muito a isso...a não ser nas moedas de valor maior que era o caso antigamente das moedas de 100 ou 200 escudos.

Se recuarmos e nos recordarmos da nossa antiga moeda, sabemos que a unidade base do sistema Monetário Português no tempo do escudo era a moeda de 1$00. 

Ao abdicarmos de parte da nossa soberania e ao mudarmos para uma Moeda Mais Forte, e nos tivemos de adaptar para o sistema Euro.  

A base monetária passou a ser a unidade Euro (1,00 €), ao mudar,era necessário fazer a necessária conversão, sendo que 1 euro corresponde a 200 escudos...ou seja 1 euro são 200 moedas de 1$.

Mas de repente 200 moedas de 1 escudo era igual a 1,00 €, ou seja se tínhamos 1 moeda de 200$ e pagávamos algo, nós queríamos o troco, pois sabíamos e tínhamos noção do valor da moeda.

Agora ainda não temos bem a noção  do valor da moeda (ainda se encontra muita gente a fazer contas com escudos, e por mais que queiram introduzir teorias que não pode ser, não se pode impor a linha do pensamento a quem não se consegue adaptar), e isto é difícil não só para quem não quer aceitar, mas também para quem já aceitou fazer a conversão, sim, mesmo ao fim destes anos todos… 

É que uma unidade é sempre uma unidade, e nós ainda estamos “reféns” da unidade escudo, como os alemães do marco, os franceses do franco, etc.. sim porque esta  e a tendência de pensar assim, não é exclusiva dos portugueses, todos os povos europeus com euro se queixam, e assim vai continuar a menos que algo seja feito.

É que com este ainda “novo Euro”, o nosso poder aquisitivo (português)  tornou-se teoricamente duzentas vezes superior. E quer queiramos quer não, o facto é que, psicologicamente ainda não nos adaptamos a esta nova moeda, e  dá a sensação que ou sofremos de novo riquismo ou de esbanjamento primário ou (que é o mais correcto afirmar) não estamos a interiorizar bem o valor da nova moeda.


É verdade que esta prolongada crise, faz-nos contar os tostões, mas esmo assim não foi o suficiente, aliás com a medida que proponho a crise tinha sido mais atenuada.

Quando foi a introdução do Euro, os políticos da Europa inteira disseram-nos que se os preços aumentassem o povo reagiria e eles baixariam. 

Isto foi tudo muito bonito na teoria, mas a realidade mostra-nos o contrário, o povo não reage, os políticos não actuam, e os preços mantêm-se...até existiram alguns protestos...mas os políticos não ligaram.


1 é sempre 1 em qualquer lado, e se 1 é uma moeda, psicologicamente é mais displicente gastar esse 1 do que gastar 200.

Se esse 1 for 1 moeda, ela vai pesar no bolso, e como disse atrás não se sabe a razão, a nossa apetência é gastá-lo e não pedir troco.

Mas...e se esse 1 em vez de moeda fosse uma nota?

Nós propomos que exista uma nota, os Italianos também propõem.

Sim, existem muitos a pensar nisto, mas poucos a agirem.

O factor psicológico de temos uma nota no bolso, ia pesar nos nossos gastos, e no nosso “pedir troco”.

Nós, que somos excelentes a copiar os EUA, era bom copiar a nota de Dólar, sim eles têm a nota de Dólar. O dólar que é mais barato que o Euro... os americanos têm o seu “buck” (1 dólar em papel moeda), a sua nota de dólar....porque não copiar esse bom exemplo americano? (será que não copiamos por não ser veiculado por qualquer cadeia de fast food ou multinacional?)

Psicologicamente temos mais dificuldade em nos desfazer de notas do que de moedas... moedas essas que estamos sempre a querer aliviar os bolsos...

Está na altura de os politicos portugueses deixarem de ser provincianos, e preocuparem-se com algo que implementado iria beneficiar a todos.

Sim, está na altura de pedirmos à Europa, a nota de 1 Euro, e fazer ver que esta é necessária e precisa, e é urgente, pois os orçamentos familiares reclamam-no e agradecem.


Façamos pressão sobre o governo para que este tome posição na Europa, e faça a proposta.

Que os Portugueses proponham no conselho o “buck” europeu… será que demora muito ou teremos de fazer uma petição à união pelo papel moeda de 1 euro?

É que como diz Manuel Machado “«Um vintém é um vintém, um cretino é um cretino», e se não tomarmos esta medida estaremos a ser cretinos.




E tu tens troco de 1 euro ou não dás troco a isto? 

Este é um assunto que está a prejudicar toda a União. E porquê?

Porque uns burros neo-liberais, não tomaram, ou não deixaram tomar, por falta de visão, ambição e de seguidismo cego das regras estúpidas que eles próprios fizeram, e que nos conduziram a esta preocupante situação.

Como ultrapassar isto?

Os governos dos países da Zona Euro e a UE deveriam obrigatoriamente tomar pelo menos duas medidas, a saber:
  1. Fazer a nota de Euro
  2. Institucionalizar as tabelas de preços Europeias de referência e locais  (leia-se países) de aplicação.
Quanto ao primeiro ponto já discorremos o suficiente.
O segundo ponto,  é simples, a União Europeia, tem de implementar uma tabela de preços máximos.
Não é nada de novo, a maioria de países para a restauração por exemplo, já teve uma tabela de preços máximo.
A U.E. fazia a tabela de preços máximo e os Governos, ajustavam-na à medida dos seus países tabelando os preços.
Chega de uns estarem a aproveitar-se das lacunas da lei, prejudicando a maioria.
Chegou a hora de agir, e de agir depressa, bem e certeiramente.
E se você não vê isso, então você não entende nada.



Você Não Entende Nada






Quando eu chego em casa nada me consola
Você está sempre aflita
Lágrimas nos olhos, de cortar cebola
Você é tão bonita
Você traz a Coca-Cola eu tomo
Você bota a mesa, eu como, eu como
Eu como, eu como, eu como
Você
Não está entendendo
Quase nada do que eu digo
Eu quero ir-me embora
Eu quero é dar o fora
E quero que você venha comigo
E quero que você venha comigo
E quero que você venha comigo
E quero que você venha comigo
Eu me sento, eu fumo, eu como, eu não aguento
Você está tão curtida
Eu quero tocar fogo neste apartamento
Você não acredita
Traz meu café com suíta, eu tomo
Bota a sobremesa eu como, eu como
Eu como, eu como, eu como
Você
Tem que saber que eu quero correr mundo
Correr perigo
Eu quero é ir-me embora
Eu quero dar o fora
E quero que você venha comigo
E quero que você venha comigo
E quero que você venha comigo
E quero que você venha comigo
E quero que você venha comigo


A BRIGADA DEFENDE UMA EUROPA UNIDA E SOLIDÁRIA, UMA EUROPA ONDE TODOS OS CIDADÃOS TENHAM IGUALDADE DE OPORTUNIDADES, SALÁRIOS IDÊNTICOS, IMPOSTOS IDÊNTICOS E UMA JUSTIÇA IDÊNTICA. A BRIGADA DEFENDE A EUROPA.