As minhas cachadas no Geocaching

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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Bom Solstício de Inverno

Caros Bloguistas Militantes,
Quero desejar a todos um EXCELENTE SOLSTÍCIO DE INVERNO!
Estamos na semana em que comemoramos o dia do Renascer, dia 21 é a noite mais longa do ano.
Solstício de Inverno é um fenómeno astronómico usado para marcar o inicio do INVERNO. Ocorre normalmente por volta do dia 21 ou 22 de Dezembro ao mesmo que ocorre o Solstício de Verão no Hemisfério Sul.
A palavra solstício vem do latim sol (Sol), e sistere (que não se move).
O solstício de INVERNO ocorre quando o sol atinge a maior distância angular em relação ao plano que passa pela linha do EQUADOR.
Esta data tinha grande importância para diversas culturas antigas que geralmente realizavam celebrações e festivais ligados às suas religiões.
Foi a Igreja,em substituição do Solstício de INVERNO que considerava uma prática pagã, que se diz que foi criado o Natal.
No calendário Chines, o solstício de Inverno chama-se dong zhi (chegada do Inverno) e é considerado uma data de importância extrema
Os povos da Europa pré-cristã, tinham uma grande ligação com esta data.
Segundo alguns, monumentos como Stonehenge eram construídos de forma a estarem orientados para o por do sol do solstício de inverno e nascer do sol no solstício de verão.
Entre os romanos os festivais eram muito populares.
Este período marcava a Saturnália, em homenagem ao deus Saturno.
O deus persa Mitra, também cultuado por muitos romanos, teria nascido durante o solstício.
Divindades ligadas ao Sol em geral eram celebradas no solstício também.
Este ano o Solstício de Inverno tem uma particularidade, um eclipse lunar.
E, ainda inesperadamente, a observação inclui um breve período em que o sol e a lua, acima no horizonte, estarão exactamente um em frente ao outro no céu.
O solstício de Inverno indica o renascer do Planeta Terra, pois os dias começam a partir de hoje a ficar mais compridos.
Mas nesta época mais uma vez devemos dar atenção ao planeta de todos nós.
Este é o Inverno em que a nossa consciência ambiental tem de se revoltar contra as heresias que andam a fazer contra o Planeta.
Como dizia John Milton, no livro "Paraíso Perdido"-"Não acuses a natureza, pois ela fez a sua parte. Agora faz tua a tua.".
Estamos preocupados, andamos todos preocupados, sentimos que os anos e os séculos passaram pela Terra e o ecossistema que esta em si encerra está a entrar em entropia.
É certo que tudo tem um princípio e um fim, mas tem de ser na nossa ERA?
É verdade que as nossas atitudes ou omissões, tudo o que nós fizemos na Terra acelera a degradação, e muito do que está a acontecer a nós se deve, mas tem de ser na nossa ERA que isto dá o estoiro?
Esperamos que não, e quando der, que sejam causas naturais, e que já tenhamos descoberto formas de colonizar planetas noutras galáxias e que a humanidade seja mais natural e civilizada, e esteja em harmonia com tudo o que a rodeia.
Agora andamos preocupados... e esperamos que não sejamos acusados no futuro de nada ter feito... isso causa-nos angústia...
É bem verdade o que alguém (que não sabemos precisar quem) escreveu "sopram no iogurte os que se queimaram na sopa"- Pois assim estamos nós.
Ficarmos parados de braços cruzados, porque sempre foi assim e sempre há-de ser, não é uma atitude de um ser humano pensante... Dizia um amigo meu:
"Não evoluímos espiritualmente desde o tempo dos antigos Gregos", vejo todas as armas nucleares e toda a tecnologia que já conseguimos evoluir, mas intlectualmente ainda estamos no sec V A.C.”
Um premiado de ficção científica escreveu
"No fim , há um limite para os ensinamentos dos pais(...) . Para lá desse limite, o destino dos filhos está nas suas próprias mãos." David Brin, A guerra da Elevação, vol II, Europa América, pag.99.
O nosso destino está nas nossas mãos e não na divina providência... antes estivesse...
Nós comportamo-nos como autenticas bestas com o nosso meio ambiente.
Andamos a trair quem nos acolheu no seu seio, andamos a morder a mão a quem nos dá de comer...
David Brin, no livro "A guerra da Elevação", que eu já citei, escreveu o seguinte
"Ora- respondeu o chim , encolhendo os ombros.-Que importância tem a traição e o ataque a um patrono? Tudo faz parte do meu dia de trabalho." vol II, Europa América, pag192. CHIM=CHIMPAZÉ, PATRONO= RAÇA QUE O ELEVOU A SENCIENCIA.
Pois é embrenhados nas nossas vidinhas, perdemos a capacidade de ver o global e as nossas pequenas "traições" desrespeitam tudo e todos, e dizem respeito a tudo e a todos; mas como diz o chimpanzé no livro citado "tudo faz parte do meu dia de trabalho".
Dando realce à mensagem que David Brin deixou no livro atrás citado e que me tocou bastante.
Quem disser que os livros não nos mudam as perspectivas, está enganado, redondamente enganado e eu já no pós-fácio do livro mudei as minhas ideias, as minhas perspectivas e começo a mudar as minhas atitudes...
Não somos, não queremos, nem pretendemos ser uns envagelizadores, mas estas palavras dever-nos-iam fazer reflectir e repensar as nossas perspectivas e atitudes:
"Primeiro receámos as outras criaturas que partilhavam a terra connosco. Depois, quando o nosso poder aumentou, pensámos nelas como sendo nossa propriedade, uma propriedade de que poderíamos dispor como nos apetecesse. A falácia mais recente (bastante simpática, em comparação) é a de jogar na ideia que os animais são virtuosos na sua naturalidade e que só a humanidade é louca, viciosa, rapace e diabólica, um verdadeiro cancro maligno da criação. Este ponto de vista afirma que a Terra e todas as suas criaturas estariam muito melhor sem nós.
Só ultimamente começámos a seguir um quarto caminho, uma nova maneira de olhar para o mundo e para o lugar que nele ocupamos. Um novo ponto de vista sobre a vida. Poderemos ter evoluído, mas devemos perguntar a nós próprios se não seremos iguais aos outros mamíferos, sob muitos aspectos. Não podemos tirar lições daquilo em que somos semelhantes? As diferenças não nos podem também ensinar qualquer coisa? Assassínio e violação, as mais trágicas formas de doença mental... encontramo-las agora também entre os animais, tal como em nós. O aumento do poder cerebral só exagera o horror dessas nossas disfunções, mas não é a sua causa. A causa é a escuridão em que temos vivido. É a ignorância. Não temos de nos encarar como monstros para propagarmos ou ensinarmos uma ética do ambientalismo. Hoje sabemos bastante bem que a nossa própria sobrevivência depende da manutenção de complexas redes ecológicas e da diversidade genética. Se destruir-mos a Natureza... morreremos. No entanto, há mais razões para protegermos as outras espécies, entre as quais uma que raramente- ou nunca - é mencionada. Talvez sejamos os primeiros com a capacidade de falar, de pensar, de construir e ambicionar, mas podemos não ser os últimos. Outros poderão seguir-nos nessa aventura. Talvez um dia venhamos a ser julgados quanto ao modo como desempenhámos o nosso papel quando éramos os únicos guardiões da Terra."
- David Brin, in "a guerra da elevação-vol II", no pós-escrito, pag.311, ano 1987.
Pensem nisto, reflictam e ajam em consonância.
BOM SOLSTÍCIO DE INVERNO para TODOS!
Virá um dia em que a matança de um animal será considerada crime tanto quanto o assassinato de um homem."(Leonardo Da Vinci) "Haverá um dia no qual o "homem" conhecerá o íntimo dos "animais", e neste dia, um crime contra um animal será considerado um crime contra a "humanidade"! (Leonardo Da Vinci)


Letra Carlos Alberto Moniz
Vamos fazer amigos entre os animais
Que amigos destes não são demais na vida
Que vêm aqui mostrar
Que têm uma família como eu e tu

Só que esta mora numa outra casa
Que se chama (Digam!)
Arca de Noé!
Vamos lá ver como é
Arca de Noé
Há animais que falam como nós
Como eu e tu
Há animais que falam como nós
Como eu e tu
ELE HÁ CARGAS FANTÁSTICAS, NÃO HÁ? A BRIGADA LUTA POR BOAS CAUSAS, BOM SOLSTÍCIO.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

QUANDO O MAR BATE NA ROCHA - PARTE EXTRA- Comentário aos acontecimentos ECONÓMICOS cá do burgo...e arredores.

CAROS BLOGUISTAS MILITANTES
Continuando o nosso caminho de querer contribuir com ideias para o Orçamento de Estado, não este especificamente, mas para todos.
Este é mais um tópico para ser levado em conta.
Relembramos a frase da personagem de banda desenhada “Tio Patinhas”, em que ele tem escrito no interior da sua Caixa Forte

“De tostão em tostão, se chega ao Milhão”.
Pois, é da nossa convicção que todas as ideias que aqui expressamos, quer cortem directamente a despesa do Estado, quer a racionalizem, quer contribuam para o seu aumento, através de formas e fórmulas directas e indirectas tem de ser aplicadas.
Os acontecimentos têm sido em catadupa (acho que é assim que se escreve), queríamos fazer alguns reparos, antes de continuar com o resto dos posts que vão adiantando as medidas que preconizamos para endireitar as coisas cá pelo nosso Quintal e das quintas que nos rodeiam, aqui vão eles:
1. Temos ouvido, que o FMI quer vir por aí dentro, que a U.E. e o B.C.E nos querem impor medidas mais duras e flexíveis (olhem o paradoxo) no que diz respeito ao código do trabalho.
2. Ouvimos dizer que querem reduzir o montante da indemnização pelo despedimento, ouvimos as palavras do Ministro da Economia quando ele diz que com esta medidas que querem implementar ( que é a U.E. e o F.M.I. nos impõe, mas o Governo "Socialista" diz que é de sua própria iniciativa" diz ele que"assim existirá um maior incentivo à contratação."
3. Sabemos que acerca deste assunto os Sindicatos foram chamados a S. Bento para o Primeiro-Ministro Socialista (olhem o paradoxo novamente, um governo socialista a desconsiderar os trabalhadores porque tem medo dos empregadores) negociar esta hipótese.
4. Temos ouvido também inúmeros Economistas, que ao que parece (e isto é uma especulação nossa) devem estar bem na vida (pois só falam é em cortes nos salários dos trabalhadores, despedimentos e medidas que só beneficiam as indemnizações dos empregadores), dizer barbaridades acerca da situação do país e da nossa Economia. A maior parte deles anda à nora, e não sabem o que estão a dizer e só papagueiam o que foi "standarizado" nas Universidades ideias novas ZERO, outra parte dos Economistas estão a defender os interesses das Multinacionais para onde trabalham e não o do Estado onde vivem e nasceram, muito poucos Economistas (um ou dois) possuem realmente uma visão lúcida e de conjunto, e avançam com medidas eficazes. Não, não nos estamos a referir ao Sr. F. Louçã ou aos economistas do PCP, se bem que existem uma ou outra medida em que os nossos pontos de vista são coincidentes.
(fazemos aqui uma ressalva: a opinião que temos deles, deve ser igual à que eles têm de nós, isto caso se desse o fenómeno de eles se darem ao trabalho de nos lerem. O facto simples de nós não sermos, ao contrário deles, seguidistas e ortodoxos).
Nós vamos à praça e às compras... ou seja vamos ao Mercado e sabemos o que ele custa.
5. Nós Estado gastamos mais do que o que devemos e nós povo deste Estado também. Gastamo-lo indevidamente. Existem sectores públicos, que gastam à grande e à francesa e mais uma vez o paradoxo, existem sectores que vivem à míngua. Resumindo não nos sabemos administrar publicamente.
Os Economistas e por "onda de choque" os políticos, parece que andam todos loucos, e estão todos com a fobia de cortar. E são cegos nos cortes, e como cegos que são, não podem evidentemente “olhar” para as consequências que esses cortes vão provocar no Futuro.
Futuro... esse dia longínquo que a maior parte não quer pensar.
Existem alguns Economistas que avançam hipóteses, bem intencionadas, reconhecemos isso, mas quando o problema é que as soluções que avançam são pontuais e especificas só para alguns sectores, infelizmente só olham para Portugal não se vê ninguém com visão de conjunto.
Nós incluídos, pois o que preconizamos é essencialmente para Portugal, por isso é que o caso é grave.
Assistimos, a Ministros, Economistas e outros que se dizem “experts” na matéria, a afirmar o seguinte: que temos de AUMENTAR AS EXPORTAÇÕES E REDUZIR AS IMPORTAÇÕES.
Só queriamos perguntar, qual é a parte que o mundo inteiro está em CRISE, que esta gente não entendeu?
É que se a mesma fórmula for usada por todos os países, e tudo indica que assim está a ser, então todos exportam e ninguém vai importar e continuamos na mesma.
Ao contrário das “Escolas de Direito”, que possuem várias concepções e visões diferentes sobre o mesmo assunto, as “Escolas Económicas” parece que foram todas formatadas para uma única solução.
E afirmamos isto com alguma certeza, porque todas as medidas indicadas pelos Economistas e pelos principais interessados que isto chegasse onde chegou, apontam todos para a mesma solução.
A solução que apontam é CORTAR, CORTAR, CORTAR e REDUZIR, REDUZIR, REDUZIR.
Nunca vi vocabulário tão limitado para tão ilustres Licenciados.
Voltamos a reforçar: Se todos seguirem a mesma forma, de só exportar e não importar, a consequência é que todos exportam e ninguém importa. Será que alguém se importa com isto?
Está escrito na Estação de Metro do Parque (pensamos que não estamos enganados no local) o seguinte:
SE QUERES MEL, SUPORTA AS ABELHAS.
Ao fazer(em) as afirmações que faz(em) o(s) Ministro(s) da Economia, quer o Português quer os outros congéneres dos diversos países, que insistem e nos impõem a redução de salários, a flexibilização dos despedimentos e outras medidas assustadoras par aos trabalhadores.
Quando temos o Primeiro-Ministro, a chamar a S.Bento os sindicatos para negociar a redução das indemnizações por despedimento, cumprindo o que o FMI e a U.E. nos indicou veementemente.
Ao não quererem cortar verdadeiramente a despesa do Estado, racionalizando-a, gastando como deve ser e principalmente, gastando Moralmente e bem os dinheiros públicos.
Os nossos Governantes, quer Europeus, quer nacionais, os nossos empresários, quer nacionais, quer estrangeiros, quer multinacionais, estão-nos a dizer claramente:
QUEREMOS O MEL, MAS NÃO SUPORTAMOS AS ABELHAS.
Ficai todos sabendo pois, que tal como uma colmeia que trabalha em conjunto para ser forte, próspera e sobreviver, o Estado também tem de o fazer ou seja fazer com que todos se concertem em conjunto para a prosperidade do mesmo.
É que as abelhas, quando a colmeia não produz e esta entra em Entropia, elas escolhem uma nova rainha e formam novas colmeias… e por este caminho … parece que é o que vai acontecer com os Estados que estão em crise…
Não é afastando as Obreiras, antagonizando-as, impedindo-a de chegar ao pólen, que mais tarde vão conseguir mel.
NÃO É POR AÍ … NÃO É MESMO POR AÍ.


A Abelha Maia
Lá num país cheio de cor
Nasceu um dia uma abelha
Bem conhecida p'la amizade
Pela alegria e p'la bondade
Todos lhe chamam a pequena Abelha Maia
Fresca, bela, doce Abelha Maia
Maia voa sem parar
No seu mundo sem maldade
Não há tristeza para a nossa Abelha Maia
Tão feliz e doce, Abelha Maia
Maia, eu quero-te aqui
Maia (Maia), Maia (Maia), Maia vem fala-nos de ti
Numa manhã ao passear
Vi uma abelha numa flor
E ao sentir que me olhou
Com os seus olhitos de cor
E esta abelha era a nossa amiga Maia
Fresca, bela, doce Abelha Maia
Maia voa sem parar
No seu mundo sem maldade
Não há tristeza para a nossa Abelha Maia
Tão feliz e doce, Abelha Maia
Maia, eu quero-te aqui
Maia (Maia), Maia (Maia), Maia vem fala-nos de ti
Maia, eu quero-te aqui
Maia (Maia), Maia (Maia), Maia vem fala-nos de ti

ELE HÁ CARGAS FANTÁSTICAS, NÃO HÁ? A BRIGADA GOSTA DE MEL E LUTA SE FOR IMPEDIDA DE CHEGAR AO POLÉN.