As minhas cachadas no Geocaching

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terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

NÃO SE PAGA, NÃO SE PAGA

[Vale a pena ver o video da música "AQUARELA" que está no fim ]
Caros Bloguistas Militantes
Penso ter arranjado uma solução para a crise económico-financeira mundial.

Descobri o OVO DE COLOMBO, tem algumas falhas, mas claro eu não sou economista, mas também já vimos que isto nas mãos dos economistas e dos políticos não está a resultar muito bem.

Só para terem uma ideia, se dividirmos os milhões que cada país está a injectar na economia por todo o povo da terra estávamos todos ricos.

Agora sem mais delongas, a solução é simples: "Ninguém paga a ninguém, a partir de agora ficam as dívidas todas saldadas".

Não se paga, não se paga.

E não estou a ironizar com a farsa escrita por Dario Fo "NÃO SE PAGA! NÃO SE PAGA!"

Quando digo Não se paga! Não se paga! +e mesmo perdoar todas as dívidas, isto para que não haja dúvidas

Ou seja era a inovação e a excepção nunca vista e nunca tentada a nível global.

E acreditem eu penso que iría reactivar a economia.

Eu passo a explicar, mais pormenorizadamente:

  1. Os países, perdoariam as dívidas uns aos outros.Ao perdoar as dívidas uns aos outros, significaria que nenhum país ficaria a dever a nenhum país. Da maneira como as coisas estão também nenhum país está em condições de pagar nada a ninguém.
    Estavam as dívidas todas perdoadas de hoje dia 2/2/2009 para trás.
    Assim, ficariam os países desafogados de dívidas, e poderiam internamente investir, assim davam um impulso à economia, e entraríamos num ciclo de crescimento novamente. As dívidas ao FMI, todas mas todas as dívidas dos países perdoadas. Permitiria assim o PIB e a reformulação da economia desses países de modo a serem mais sustentáveis no futuro.
  2. As empresas, e aqui englobo comércio, indústria, agricultura, não pagariam as suas dívidas aos bancos, ficando estas saldadas. Também ficariam saldadas as dívidas entre empresas contraídas até hoje dia 2/2/2009. As empresas ficariam assim desafogadas financeiramente, com matérias primas e manufacturadas a preço zero, e poderiam recomeçar com uma margem bastante folgada. Permitiria aos empresários reformular estratégias, investir em novas maquinarias ou produtos. Os comerciantes e agricultores ficariam sem dívidas aos bancos ou a empresas.
  3. Tribunais/Justiça - Estando todas as dívidas perdoadas, todos os processos de falência, dívidas e afins, seriam arquivados, excepto os que fossem de indemnização por danos ou por acidentes (estamos aqui a falar entre outras coisas das seguradoras), indemnizações por crimes de sangue ou de negligência os que tenham a ver com pessoas ou que tivesse havido dolo ou negligência. Portanto quer pequenas dívidas como é o caso dos telemóveis, carros etc.. tudo perdoado, tudo arquivado.
  4. CIDADÃOS- O comum dos cidadãos veria todas as suas dívidas serem perdoadas, os 15 euros que se deve no café, os 50.000 euros que se deve do apartamento ao banco, as rendas em atraso, as prestações que faltam pagar no carro, as férias que foram a prestações, dividas a hospitais, impostos atrasados. Tudo era perdoado, tudo estava dado como saldado.
  5. Não seria motivo de perdão salários dos trabalhadores, esses continuariam a ser pagos, e actualizados, pois serão "a gasolina" que fará andar o motor da economia.
  6. Governos a tabelar os preços unilateralmente. Essa seria uma media que terá de ser tomada, principalmente nos países da zona euro. Como o Euro é novo e é uma moeda forte, os comerciantes, os bancos enfim todos os que "mexem" na economia, inflacionaramos preços. E estamos a pagar mais pelos produtos, que o que dita a oferta e a procura. É necessário moralizar e estabilizar, e os governos Tabelando os preços, é uma medida que se torna necessária para ajudar ao impulso da economia.

Tomemos como exemplo Portugal. A habitação é um dos "objectivos" da Constituição. O Governo, seja ele qual for, seja de qual cor lá estiver, não consegue sem ser com a ajuda dos privados colocar todos os cidadãos em habitações condignas. É necessário revitalizar o arrendamento, o tabelamento dos preços máximos a praticar nos arrendamentos consoante as áreas dos apartamentos seria uma das primeiras coisas a tabelar. O preço dos combustíveis seria outra das tabelações urgente, enfim numa primeira fase todos os produtos, e só ao longo do tempo e gradualmente com autoridades reguladores a supervisionar para não haver abusos, é que iria libertando o preço tabelado.

Ajudaria imenso o florescer da economia estas medidas.

É que não havendo dívidas deixa de existir recessão, se ninguém deve a ninguém e tudo fica saldado, só com prejuízo para os bancos ( que já foram cobertos pelo governo) e para alguns milionários... e para esses momentaneamente, pois a economia iría continuar...

Já pensaram o que é uma população inteira ficar livre da dívida da casa ao banco? Ou seja acabar-se-ia uma preocupação permanente que iria durar os próximos 30 anos.

Já pensaram o que era não ter que paga o carro, o alívio que era para a carteira para os próximos 5 anos?

Os ricos que aguem realmente a crise que incentivaram a acontecer, não lhes iría causar muita mossa pois também eles não teriam de pagar... só deixariam de receber.

Desafio o nosso primeiro-ministro a apresentar esta medida nos foruns internacionais, e desafio Portugal a dar o exemplo.
Às vezes para termos tudo é preciso abdicarmos de alguma coisa.

Foi um sonho que eu tive, e todos sabemos que mais cedo ou mais tarde os sonhos concretizam-se.
[Publicação agendada do próximo post dia 10/2/2009]
Aquarela Letra :Toquinho
Numa folha qualquer
Eu desenho um sol amarelo
E com cinco ou seis retas
É fácil fazer um castelo...

Corro o lápis em torno
Da mão e me dou uma luva
E se faço chover
Com dois riscos
Tenho um guarda-chuva...

Se um pinguinho de tinta
Cai num pedacinho
Azul do papel
Num instante imagino
Uma linda gaivota
A voar no céu...

Vai voando
Contornando a imensa
Curva Norte e Sul
Vou com ela
Viajando Havaí
Pequim ou Istambul
Pinto um barco a vela
Branco navegando
É tanto céu e mar
Num beijo azul...

Entre as nuvens
Vem surgindo um lindo
Avião rosa e grená
Tudo em volta colorindo
Com suas luzes a piscar...

Basta imaginar e ele está
Partindo, sereno e lindo
Se a gente quiser
Ele vai pousar...

Numa folha qualquer
Eu desenho um navio
De partida
Com alguns bons amigos
Bebendo de bem com a vida...

De uma América a outra
Eu consigo passar num segundo
Giro um simples compasso
E num círculo eu faço o mundo...

Um menino caminha
E caminhando chega no muro
E ali logo em frente
A esperar pela gente
O futuro está...

E o futuro é uma astronave
Que tentamos pilotar
Não tem tempo, nem piedade
Nem tem hora de chegar
Sem pedir licença
Muda a nossa vida
E depois convida
A rir ou chorar...

Nessa estrada não nos cabe
Conhecer ou ver o que virá
O fim dela ninguém sabe
Bem ao certo onde vai dar
Vamos todos
Numa linda passarela
De uma aquarela
Que um dia enfim
Descolorirá...

Numa folha qualquer
Eu desenho um sol amarelo
(Que descolorirá!)
E com cinco ou seis retas
É fácil fazer um castelo
(Que descolorirá!)
Giro um simples compasso
Num círculo eu faço
O mundo
(Que descolorirá!)...


ELE HÁ CARGAS FANTÁSTICAS NÃO HÁ? PENSO QUE ESTA É A MELHOR CARGA ATÉ AGORA... PELO MENOS SONHAMOS COM ISSO

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