As minhas cachadas no Geocaching

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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

A pé ó vitimas da fome


Caros Bloguistas Militantes
Parece que ao fim de alguns anos, começo a acordar de uma letargia que me deixei estar.
A maioria de vós conhece este poema que abaixo publico.

Identifico-me com ele na sua generalidade.
É um poema de força, e é um poema que vai mais além do que dizer NÃO.
E pelo andar da carrugem, pelo estado actual das coisas, que eu prevejo que daqui a uns tempos, não muitos, não vou ser só eu a acordar da letargia em que me encontrava...
E quando se acende um rastilho, quando se ergue uma bandeira, dificil é de a derrubar, principalmente se a sua base for a convicção e a razão, e a luta contra as injustiças.
E quando isso acontecer, o que será do mundo?

A Internacional
A pé ó vitimas da fome
Não mais, não mais a servidão
Que já não há força que dome
A força da nossa razão
Pedra a pedra, rua o passado
A pé trabalhadores irmãos
Que o mundo vai ser transformado
Por nossas mãos, por nossas mãos.

Bem unidos façamos
Nesta luta final
Uma terra sem amos
A Internacional (bis)

Não mais, não mais o tempo imundo
Em que se é o que se tem
Não mais o rico todo o mundo
E o pobre menos que ninguém
Nunca mais o ser feito de haveres
Enquanto os seres são desfeitos
Não mais direitos sem deveres
Não mais deveres sem direitos

Bem unidos façamos
Nesta luta final
Uma terra sem amos
A Internacional (bis)

Já fomos Grécia e fomos Roma
Tudo fizemos, nada temos
Só a pobreza que é a soma
Dessa riqueza que fizemos
Nunca mais no campo de batalha
Irmãos se voltem contra irmãos
Não mais suor de quem trabalha
Floresça em fruto noutras mãos.

Bem unidos façamos
Nesta luta final
Uma terra sem amos
A Internacional (bis)






ELE HÁ CARGAS FANTÁSTICAS, NÃO HÁ? A BRIGADA ESTÁ PREPARADA, VAMOS A ISSO.

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