Caros Bloguistas Militantes
A situação no mundo agravou-se.
Não foi só em Portugal com estes "Fait-Divers" de Jornalistas contra o Poder e do Poder contra os Jornalistas.
Ninguém respeita ninguém, os valores são letra morta.
Estou preocupado, todos deveríamos estar preocupados, porque mais do que atentados contra o poder político, mais do que atentados contra a liberdade de imprensa, mais do que isso tudo... são os constantes atropelos ao Estado de Direito... que de Direito está visto é só para alguns, é o constante desafio contra a autoridade da República.
E não é só cá...
Não há lideres... e não havendo lideres, que sejam democratas, conscientes, com carisma e visão de futuro...facilmente cairá a Europa outra vez no totalitarismo. E quando isso suceder arrastará consigo o resto do mundo.
E se cairmos em totalitarismo, desta vez, será mais difícil de o combater, temo que o Império dos 1000 anos que Hitler falava se venha a instalar, porque não foram só os ganhadores que aprenderam com os erros do passado... os derrotados também o fizeram, e tiveram muito tempo para planear.
Se não tomarmos medidas, imediatas o pior para os povos do mundo, para os pobres do mundo não estará longe de acontecer.
Recorro ao exemplo da segunda guerra mundial, em que os inconformados, os que ousaram dizer não, se juntaram em grupos de resistência e ajudaram a que pelo menos tivéssemos algum tempo de Democracia mais tarde...
O filme Casablanca retrata bem o que o canto da resistência pode fazer calar, é é um exemplo a ser seguido, é só ver o video que aparece a negro no ecrã.
A maioria de nós está demasiado deslumbrada pelos bens materiais, para sequer reconhecer ou sentir o que se está a passar no mundo...
Estamos no tempo do "Ter" ... e não do "Ser"... mas quando o exército de 18 milhões de desempregados na Europa e sabe-se lá quantos mais no mundo) se começar a mexer... o "Ser" voltará a ter importância.. . e o "Ter" vai sofrer um abalo grande...preparemo-nos... porque não vai ser fácil, vai ser longo, violentoe e nada bonito de se ver.
Le chant des partisans - Canção da resistência francesa
Amigo, ouves o voo negro do corvo
Sobre as nossas planícies?
Amigo, ouves o grito surdo
Do nosso país acorrentado?
Resistentes, operários e camponeses
Dai o alarme
Esta noite o inimigo conhecerá
O preço do sangue e das lágrimas
Subi da mina
Descei das colinas, camaradas
Tirai da palha as espingardas
As metralhadoras, as granadas
Matadores, com balas e facas,
Matai depressa
Sabotador, atenção à tua carga
de Dinamite
Somos nós que libertamos da prisão
Os nossos irmãos,
o ódio que nos persegue
a fome que nos empurra
A miséria ...
Ele há países onde na cama
as pessoas sonham;
Aqui, nós, vê-la tu,
Nós marchamos e matamos
nós morremos.
Aqui cada um sabe
o que quer, o que faz
quando passa ...
Amigo se tu caíres
Outro amigo sai da sombra
e ocupa o teu lugar.
Amanhã o sangue negro
secará ao sol
nas estradas
Cantai, companheiros,
Na noite a liberdade,
escuta-nos ...
ELE HÁ CARGAS FANTÁSTICAS, NÃO HÁ? A BRIGADA CITA UM POETA... "VEM VAMOS EMBORA QUE ESPERAR NAO É SABER"
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Le chant des partisans - a canção dos resistentes
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Cabo Napol "eao"
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Etiquetas: democracia, desemprego, guerra, resistência
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
A gaivota e o lado negro da força
Caros Bloguistas
Quantas vezes terei de dizer: JÁ BASTA! Quantas vezes, poder-me-ão dizer?
Sabem o que vos digo?
Enganaram-nos muito bem enganados... a todos nós.
Tantas promessas que ouvimos de Liberdade e de Democracia...
Será que sou só eu que sinto que demos vários passos atrás e só vivemos em relativa Liberdade, em relativa Democracia e em relativa República?
Será que sou só eu que sinto, a Liberdade a fugir-nos por entre os dedos, a Democracia a ser apropriada só por alguns e a República toda a desmoronar-se.
Será que sou só eu que vejo, que a nossa República está tal e qual oq eu nos foi apresentado nos 3 primeiros episódios do filme "Star Wars", em que a burocracia e os tecnocratas nos estão a conduzir para o que não queremos.
Conseguimos numa primeira fase com sucesso, felizmente, fugir à tentação comunista... a nossa escolha e rumo foi outra...
Mas com esse caminho não nos estão a conduzir para outra forma de totalitarismo encapotado?
Se calhar era melhor não ter escolhido nenhum dos dois caminhos, se calhar deveríamos ter dito que não a um e a outro... se calhar aliar-mo-nos ao inimigo do nosso inimigo, não foi a melhor escolha, se calhar deveríamos ter ido por uma terceira via e combatermos os dois.Alguém disse e bem "O preço da Liberdade e da Democracia, é a eterna vigilância."
Mas nós. o povo, tornámo-nos perigosamente desatentos, e já não somos tão livres como a Gaivota que voava, voava ou como a Papoila que é livre de crescer...Temo que um dia o que a criança dizia que não já não ia combater e era livre de dizer, já nós não poderemos dizer o mesmo...
Somos um povo, que é peculiar...em tudo o que dizem de nós, só nos últimos minutos das piores horas, é que parece que acordamos de uma letargia...
Compraram a nossa Liberdade e Democracia com bens materiais, vendemo-nos por ilusões, estamos acomodados, tristes, desiludidos e cansados...
Reagir?
Reagir? Não. Não me parece.
Talvez estejamos a esperar pelo último minuto, da última hora, mas com o desenvolver da tecnologia, se calhar... se calhar já não vamos a tempo.
Alguém político disse:"é preciso que algo mude para que tudo fique na mesma..." pensámos que a concretização dessa frase não fosse possível com o 25/4, mas afinal a frase estava certa, algo mudou e nós ficámos na mesma... ou pior...
Pior porquê?
Entre outras coisas, SOMOS 18 MILHÕES DE CIDADÃOS DESEMPREGADOS NA EUROPA, entre outras coisas, a quantidade de Pobres é demasiado grande, sempre foi grande sendo que um já é demais.
Voltamos a ser a voz sufocado de um povo a dizer não quero, pois é tão difícil não passar para o lado negro da força...
Somos livres (uma gaivota voava voava)
Letra e música: Ermelinda Duarte
Ontem apenas
fomos a voz sufocada
dum povo a dizer não quero;
fomos os bobos-do-rei
mastigando desespero.
Ontem apenas
fomos o povo a chorar
na sarjeta dos que, à força,
ultrajaram e venderam
esta terra, hoje nossa.
Uma gaivota voava, voava,
asas de vento,
coração de mar.
Como ela, somos livres,
somos livres de voar.
Uma papoila crescia, crescia,
grito vermelho
num campo qualquer.
Como ela somos livres,
somos livres de crescer.
Uma criança dizia, dizia
"quando for grande
não vou combater".
Como ela, somos livres,
somos livres de dizer.
Somos um povo que cerra fileiras,
parte à conquista
do pão e da paz.
Somos livres, somos livres,
não voltaremos atrás.
ELE HÁ CARGAS FANTÁSTICAS,NÃO HÁ? A BRIGADA ESTÁ CÉPTICA, ACHA QUE PARA MUDAR O RUMO DAS COISAS, SÓ UMA BRIGADA NÃO CHEGA, QUE A FORÇA ESTEJA CONNOSCO.
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Cabo Napol "eao"
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